Listagens nominais de naturalizações concedidas no Brasil, 1868-1889 (Brasil – Ministério do Império: Relatório da Repartição dos Negócios do Império – RJ, 1832-1888 – Biblioteca Nacional)

1868

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/7665

1870

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/8729

1871

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/9665

1872

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/10775

1873

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/11535

1874/1875

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/12685

1876

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/13886

1878

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/15598

De 1 de abril de 1880 a 31 de outubro de 1881

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/16676

De 1 de novembro de 1881 a 30 de abril de 1882

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/16871

1882

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/17316

1883

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/18039

1884

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/18836

De 1 de maio de 1887 a 30 de abril de 1888

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/19510

De 1 de maio de 1888 a 30 de abril de 1889

http://memoria.bn.br/DocReader/720968/20001

Sobre naturalização, consultar a página:

https://imigracaohistorica.com/2019/04/15/naturalizacao-por-jose-tavares-bastos-1925/

Sugestão de leitura: “Processos migratórios no Estado de São Paulo: estudos temáticos”, Rosana Baeninger, Cláudio Dedecca (org.), 2013

BAENINGER, Rosana, DEDECCA, Cláudio (Org.). Processos migratórios no Estado de São Paulo: estudos temáticos. Campinas (SP): Núcleo de Estudos de População – NEPO/UNICAMP, 2013.

Esta publicação, intitulada Processos Migratórios no Estado de São Paulo: Estudos Temáticos – compõe o volume 10 da Coleção Por Dentro do Estado de São Paulo. É resultado do esforço conjunto da equipe do projeto temático “Observatório das Migrações em São Paulo: fases e faces do fenômeno migratório no Estado de São Paulo”, financiado pela Fapesp e CNPq, e desenvolvido no Núcleo de Estudos de População (NEPO/UNICAMP) em parceria com pesquisadores da UNICAMP – Instituto de Economia, Núcleo de Estudos de Políticas Públicas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Programa de Pós-Graduação em Demografia – e pesquisadores da UNESP, UFSCAR, UNIFESP e da Faculdade Anhembi Morumbi. Os capítulos trazem as contribuições produzidas no âmbito da pesquisa, permitindo captar processos migratórios contextualizados historicamente, seus movimentos migratórios internos e internacionais no período que compreende parte dos séculos 18 e 19, passando pelo século 20 e chegando até a primeira década do século 21. Resgata a trajetória do fenômeno migratório no Estado de São Paulo e sua importância para a formação social paulista. Os capítulos apresentados seguem as duas grandes linhas temáticas e os respectivos Estudos Temáticos do Observatório das Migrações em São Paulo, a saber:

1) Migrações Internas e Internacionais na Formação Social Paulista: uma perspectiva histórica;

2) Migrações Internas e Internacionais Contemporâneas em São Paulo.

“Os britânicos e os clubes de cricket na São Paulo do século XIX (anos 1870 -1890)”, Vitor Andrada Melo, Eduardo Souza Gomes, Revista História (São Paulo), n. 178, 2019

Resumo

Assim como ocorreu em muitos países, no Brasil, as primeiras iniciativas esportivas foram protagonizadas por britânicos. Em São Paulo, isso se tornou visível a partir da década de 1870. Considerando a relevância dessas situações no que tange à conformação de uma cultura citadina, o objetivo deste artigo é discutir as experiências dos clubes de críquete fundados na capital paulistana nas últimas três décadas do século XIX, com especial interesse pelas dinâmicas de sociabilidade. Para alcance do intuito utilizamos como fontes periódicos publicados na cidade e no Rio de Janeiro. Esperamos entender como essas iniciativas tiveram relação com o desenvolvimento de outros esportes, entre os quais o futebol. Tratou-se de um processo de trânsito cultural que nos permite lançar um olhar sobre nossa formação societária.

Palavras-chave: História de São Paulo – história do esporte – críquete – futebol – trânsito cultural.

“Minha mãe foi obrigada a deixar Alemanha para não ser morta, e agora me negam cidadania alemã” ( por Rosie Whitehouse, BBC News – Brasil)

Um advogado britânico acusa o governo alemão de violar a Constituição do país ao se recusar a conceder cidadania a milhares de descendentes de vítimas do nazismo. Ele argumenta que a lei começou a ser mal aplicada sob a influência de ex-nazistas nas décadas de 1950 e 1960 — e que continua sendo aplicada até hoje de maneira equivocada.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-50471671?ocid=socialflow_twitter

“A imigração italiana na Paraíba”(por Rodrigo Cézar Limeira, Folha Patoense)

No interior da Paraíba, a presença dos descendentes de italianos também se faz presente através dos sobrenomes: Cavalcante, Costa, Jacome, Espinola, Cézar, Toscano e tantos outros, só lembrando, o fundador do Estádio Municipal de Patos, foi José Cavalcante.

A migração de italianos para a Paraíba ocorreu entre as décadas de 1870 e 1920, quando várias famílias italianas escolheram o território paraibano para se fixar.As primeiras levas coincidiram com a época da grande recessão que atingiu a Europa no século XIX, assim como com a independência e a abolição da escravatura no Brasil, que trouxeram a crescente necessidade de realocação de mão-de-obra.

http://www.folhapatoense.com/contributorpost/a-imigracao-italiana-na-paraiba/

“As raízes nipônicas de Pernambuco” (por Artur Ferraz, Folha Pe)

Há 74 anos, oficiais do Império Japonês assinavam a ata de rendição que encerrou a Segunda Mundial. Imigrantes e descendentes que vivem no estado contam suas histórias .

Em Pernambuco, o senhor Kubo construiu há quase 50 anos sua Hiroshima particular: uma chácara às margens da PE-85, em Barra de Guabiraba, a 110 km do Recife. Diferente da Hiroshima do pós-guerra, que teve de se reerguer em meio aos destroços, a Hiroshima pernambucana foi criada em um mundo novo, pouco povoado, cheio de verde e longe do caos urbano, sendo mantida por décadas como espaço de cultivo de flores. Com chuvas regulares e uma altitude de mais de 450 metros acima do nível do mar, o município que fica na transição da Zona da Mata para o Agreste apresentava o terreno ideal para a produção. “Você precisa de um clima mais frio para as flores temperadas, como rosa, crisântemo, gipsofila, que o povo daqui não plantava”, conta. Casado com uma pernambucana, teve três filhos, dois homens e uma mulher.

https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/zoom/2019/08/31/NWS,115105,70,637,NOTICIAS,2190-AS-RAIZES-NIPONICAS-PERNAMBUCO.aspx

Documentário – “História dos judeus no Nordeste (Pernambuco-Brasil)”, produção e direção de Shaul Kesslassi

A presença de cristãos-novos e a ação da Inquisição durante o período em que o Brasil foi colônia de Portugal (1500-1822); a formação de uma comunidade judaica em Recife, Pernambuco, Nordeste do Brasil, no século 17, durante o período de invasão e domínio holandês, que propiciou liberdade religiosa para os judeus; no período colonial (1500-1822), milhares de portugueses cristãos-novos vieram ao Brasil, e constituíram comunidades judaicas organizadas.

O rico documentário conta com os depoimentos da professora Dra. Tânia Kaufman e do historiador Daniel Breda.

“Sírios e libaneses no oeste paulista – décadas de 1880 a 1950” – Oswaldo Truzzi, Revista Brasileira de Estudos de População

Resumo

O artigo busca explorar os condicionantes e características distintivas da inserção socioeconômica de sírios e libaneses no interior paulista, entre as décadas de 1880 e 1950. Do início difícil como mascates, portadores de uma cultura distante, os sírios e libaneses lograram se firmar como comerciantes, aproveitando as oportunidades que suas redes (de parentes e conterrâneos) e a economia cafeeira em expansão ofereciam, estabelecendo-se sobretudo nos ramos de roupas, tecidos e armarinhos de secos e molhados e de gado e cereais. Tomando como fonte principal uma série de obras – acadêmicas e memorialísticas –, nas quais o imigrante sírio e libanês é retratado no interior, o artigo indica ainda as principais regiões do oeste paulista nas quais o grupo se concentrou, discute trajetórias que ilustram algumas das possibilidades de mobilidade, a formação de lideranças, o modo como as práticas religiosas se transformaram e a mobilidade acentuada – como doutores e políticos – conquistada por estratos da primeira geração nascida no Brasil.

Palavras-chave: Sírios e libaneses. Oeste paulista. Mobilidade socioeconômica. Integração. Identidade. Lideranças étnicas.

“Cuando salí de mi tierra”, Fernando Arrabal – Revista de Prensa

Con qué desconsuelo estuve a punto de llorar varias veces en el vagón del tren que me condujo a París hace casi setenta años. Sin embargo, aquel 11 de diciembre de 1955 me imaginaba, como hoy me imagino, tan sólo provisionalmente desterrado. Con qué sorpresa me invadió (con encajes de irracionalidad) una excitación trenzada de pavor en el jarro de la esperanza. Fueron tantos los españoles que, mordiéndose los pies, emprendieron un periplo parecido sambenitados de emigrantes exiliados o viceversa. El historiador nos dedicó un capítulo, el sociólogo un panfleto, Kundera una novela y el popularísimo, entonces, Juanito Valderrama, una copla:

Cuando salí de mi tierra

volví la cara llorando

porque lo que más quería

atrás me lo iba dejando.

También atravesaron la frontera para nunca más volver otros compatriotas notorios de rango, colmados de corolas y coronas. Pero nada sabemos sobre ese instante crucial de sus vidas. Nunca se refirieron a él ¿para no rememorar los aldabonazos de las espinas y el fuego?

https://www.almendron.com/tribuna/cuando-sali-de-mi-tierra/

Sugestão de leitura: “Trajetória educacional dos imigrantes alemães no interior do Estado de São Paulo: uma escola alemã na Colônia Riograndense, 1922-1938 (Maracaí/Cruzália-SP)”, Flávia Renata da Silva Varolo, Arilda Inês Miranda Ribeiro, José Luis Félix

VAROLO, Flávia Renata da Silva, RIBEIRO, Arilda Inês Miranda, FÉLIX, José Luis. Trajetória educacional dos imigrantes alemães no interior do Estado de São Paulo: uma escola alemã na Colônia Riograndense, 1922-1938 (Maracaí/Cruzália-SP). São Paulo: Paco Editorial, 2015.

SINPOSE

A leitura deste estudo nos permite conhecer um pouco da História da Educação Brasileira e de seus desdobramentos, em particular, a que foi vivida e construída pelos imigrantes alemães, a partir do ano de 1922, numa região inóspita, desbravando o sertão e plantando arte e cultura como componentes essenciais à formação do ser humano.