“Ingleses em Pernambuco” (por Semira Adler Vainsencher, FUNDAJ); Documentário “Cemitério dos Ingleses guarda histórias, lembranças e lendas” (Diário de Pernambuco)


No começo do século XIX, quando o príncipe regente D. João abriu os portos do País, os ingleses começaram a chegar ao Brasil – em especial, para São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife. A Inglaterra era possuidora de uma frota poderosa que percorria o mundo, e os ingleses esperavam encontrar aqui uma boa oportunidade para expandir sua indústria e comércio, bem como obter o máximo de lucro.

Naquela época, a cidade do Recife possuía, aproximadamente, 200.000 habitantes, e a colônia inglesa já se apresentava de forma bastante expressiva…


EBOOK – Acervo Digital do Museu da Imigração


Como encontrar, de forma assertiva, os registros daqueles que passaram pela Hospedaria de Imigrantes do Brás?
O Acervo Digital do Museu da Imigração é acessado, diariamente, por milhares de pessoas em busca de registros de imigrantes e de documentos que ajudam a contar a história da imigração para o Brasil.
Para realizar pesquisas mais eficientes nessa página, é necessário seguir algumas etapas e levar em consideração certas informações que consideramos essenciais.
Pensando nisso, o Museu da Imigração criou um ebook com um passo a passo para auxiliar a busca no Acervo Digital. Nessa publicação especial, você poderá encontrar:
– Dados sobre a história da Hospedaria de Imigrantes do Brás;
– Exemplos de como realizar pesquisas eficientes;
– Explicação de cada item do registro de matrícula na Hospedaria de Imigrantes;
– Como encontrar informações nas listas de bordo;
– Resumo dos outros campos de busca existentes no Acervo Digital.


Para fazer o download grátis, acesse:

http://museudaimigracao.org.br/ebook-acervo-digital-do-museu-da-imigracao/

“Há 65 anos, Bahia recebia quase 500 imigrantes italianos” (por gshow – Aprovados, 2015)

Ao final da Segunda Guerra Mundial, quatrocentos e cinquenta e oito italianos emigraram para a Bahia em busca de novas oportunidades. O historiador Dr. Guiseppe Benedini, professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), relata como ocorreu a chegada e a distribuição desses imigrantes.

http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Aprovado/noticia/2015/09/ha-65-anos-bahia-recebia-quase-500-imigrantes-italianos.html

“Teares que teceram a história de Americana” (por Débora de Souza)

Um século de história contada através de imagens que relatam a era do ‘ouro branco’ em Americana e naquela que seria conhecida como RPT.

A história têxtil de Americana tem início em 1866, com a chegada do norte-americano, o coronel confederado William Hutchinson Norris.

https://liberal.com.br/cidades/americana/teares-que-teceram-a-historia-de-americana-865133/

Documentário “Imigrantes alemães – O outro lado”


Berço da colonização alemã no Brasil, a região do Vale do Sinos (Rio Grande do Sul, Brasil), é conhecida por sua riqueza e prosperidade. Tal imagem positiva é usualmente associada ao trabalho dos imigrantes que se instalaram no local. Entretanto, nem todos os habitantes de raízes germânicas tiveram êxito na região – o que dificilmente é mencionado na mídia ou sequer passa pelo imaginário social. Sim, há descendentes de alemães que, assim como outros brasileiros, penam e lutam pela sobrevivência no país das desigualdades sociais. ‘Imigrantes Alemães – O Outro Lado’ é um documentário produzido pelas então estudantes de jornalismo Bruna Sensi e Sabrina Auler (Universidade Feevale).

Destacam-se os depoimentos dos professores Dr. Arthur Rambo, Dr. Martin Dreher e da professora Dra. Roswithia Weber.

Projeto “O obscuro fichário dos artistas mundanos”


O Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos é um projeto cultural motivado pela existência de um conjunto de fichas produzido pela Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco (DOPS/PE) entre os anos de 1934 e 1958, com registros da passagem pelo estado daqueles indivíduos vistos e nomeados como artistas.
Das mais de mil fichas que compunham esse conjunto, apenas 403 foram conservadas e encontram-se, desde 1991, sob a salvaguarda do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE). São indícios da vida de mulheres e homens, brasileiros e estrangeiros, protagonistas de uma movimentação ocorrida na cidade do Recife, no campo da arte e do entretenimento, nas décadas de 1930, 1940 e 1950, que lançam luz sobre uma potente história cultural e política do estado e do país.

O projeto foi idealizado e coordenado pela jornalista e pesquisadora Clarice Hoffmann e contou com a assessoria histórica do Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Junior (UFRN e UFPE), além de preciosa equipe. Trata-se de um trabalho coletivo de impressionante fôlego.

Destaco o fichário de estrangeiros:

http://obscurofichario.com.br/fichario/?c=estrangeiro

“São Paulo, pedaço do mundo” (TV GAZETA)

“Há noventa anos o jornal ‘A Gazeta’, comandado pelo jornalista Cásper Líbero, fez uma volta ao mundo sem sair de São Paulo”. Esta história foi recontada pela TV Gazeta na comemoração dos 464 anos da cidade de São Paulo, 25 de janeiro de 2018, na série “São Paulo, pedaço do mundo”.

Jornal “A Gazeta” – 31/05/1927 (Biblioteca Nacional)

Jornal “A Gazeta” – 01/06/1927 (Biblioteca Nacional)

Jornal “A Gazeta” – 02/06/1927 (Biblioteca Nacional)

Jornal “A Gazeta” – 03/06/1927 (Biblioteca Nacional)

Jornal “A Gazeta” – 04/06/1927 (Biblioteca Nacional)

Obs: Na Biblioteca Nacional não há a Edição n. 6402, que aborda a colônia árabe na cidade de São Paulo. 

Inspirada nas reportagens publicadas no jornal “A Gazeta”, em 1927, a “TV Gazeta” exibiu a série “São Paulo, pedaço do mundo”, mostrando também a influência da imigração atual na cidade de São Paulo.