“As raízes nipônicas de Pernambuco” (por Artur Ferraz, Folha Pe)

Há 74 anos, oficiais do Império Japonês assinavam a ata de rendição que encerrou a Segunda Mundial. Imigrantes e descendentes que vivem no estado contam suas histórias .

Em Pernambuco, o senhor Kubo construiu há quase 50 anos sua Hiroshima particular: uma chácara às margens da PE-85, em Barra de Guabiraba, a 110 km do Recife. Diferente da Hiroshima do pós-guerra, que teve de se reerguer em meio aos destroços, a Hiroshima pernambucana foi criada em um mundo novo, pouco povoado, cheio de verde e longe do caos urbano, sendo mantida por décadas como espaço de cultivo de flores. Com chuvas regulares e uma altitude de mais de 450 metros acima do nível do mar, o município que fica na transição da Zona da Mata para o Agreste apresentava o terreno ideal para a produção. “Você precisa de um clima mais frio para as flores temperadas, como rosa, crisântemo, gipsofila, que o povo daqui não plantava”, conta. Casado com uma pernambucana, teve três filhos, dois homens e uma mulher.

https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/zoom/2019/08/31/NWS,115105,70,637,NOTICIAS,2190-AS-RAIZES-NIPONICAS-PERNAMBUCO.aspx

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