“Histórias para contar de novo” (TV Rio Sul)

A série “Histórias para contar de novo”, exibida pela TV Rio Sul na ocasião do seu 25º aniversário, conta histórias de imigrantes que escolheram viver no Sul do Rio de Janeiro. Ela mostra a “trajetória de desenvolvimento, superação e conquistas de pessoas que vivem nas cidades que ficam na área de cobertura da TV Rio Sul, afiliada da Rede Globo”.

Equipe:

  • repórter: Diego Gavazzi;
  • repórter cinematográfico: David Cordeiro;
  • produtora: Raquel Ribeiro;
  • editora: Ana Paula Garcia
  • editora de imagens: Sol Novais.

A série está dividida em cinco partes:

Parte 1: Porto Real (RJ) – Imigrantes italianos

“Porto Real teve sua colonização efetivamente iniciada no fim do século XIX, em princípios de 1875, quando chegaram ao Brasil, a convite de D. Pedro II, os primeiros imigrantes italianos, vindos das cidades de Novi di Modena e Concordia Sulla Secchia, província de Modena”.

https://globoplay.globo.com/v/4285881/

Parte 2: Penedo (RJ) – Imigrantes finlandeses

“Finlândia, início do século XX. O agricultor Toivo Uuskallio afirma ter recebido um chamado divino: deixar a Europa em busca de uma vida simples, saudável e radicalmente natural. Mas ele não iria sozinho. Com a ajuda de amigos, a ideia é espalhada de norte a sul do país. Homem viajado, Uuskallio decide que o Brasil era o destino ideal”.

https://globoplay.globo.com/v/4288469/

Parte 3: Visconde de Mauá – Imigrantes alemães

“Dona Elena e o marido Roberto Bühler, um dos sete filhos do casal Christoph e Anne Marie, vieram de Sttutgart, na Alemanha, em 1913. Cinco anos antes, outros alemães, além de suíços e austríacos, desembarcaram na região de Visconde de Mauá. Terras até então esquecidas, que despertaram interesse depois da crise da escravidão e do café no Vale do Paraíba. Os imigrantes seriam a base dos núcleos coloniais, patrocinados pelo governo brasileiro com o objetivo de produzir frutas europeias e cereais. Mas não deu certo”.

https://globoplay.globo.com/v/4291040/

Parte 4: Sul do Rio de Janeiro – Imigrantes: francês, japonês, alemão e egípcio

“Um francês, um japonês, um alemão e um egípcio. Unidos pela ordem e pelo progresso. Seisan line. Hat al entäg. Fertigungslinie. Ligne de production. Production line. Ou em bom português, linha de produção. É ela a responsável por incrementar esse intercâmbio de idiomas no Sul do estado, isso desde que a primeira montadora se instalou por aqui, em 1996. De lá pra cá, centenas de estrangeiros ajudaram a mudar a cara da nossa economia e até hoje colaboram para consalidar a vocação industrial da região”.

https://globoplay.globo.com/v/4293992/

Parte 5: Volta Redonda (RJ) – Imigrante português

“Lisboa, 10 de setembro de 1952. Um jovem de 15 anos segue para o Brasil com autorização dos pais. Deveria ser entregue ao tio, senhor Antônio Madeira, morador da Avenida Joaquim Leite, em Barra Mansa. Esse garoto era seu Abílio e não vinha passear. “Havia uma crise tão ruim lá, que até a alimentação, comida, só era do sustento da terra. A pessoa tinha que trabalhar na lavoura, para colher o fruto que plantava, para poder sustentar a família”, disse o comerciante Abílio Marques”.

https://globoplay.globo.com/v/4296547/

Para apreciar a matéria escrita, acesse:

http://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2015/07/historia-de-imigrantes-e-tema-de-serie-especial-da-tv-rio-sul-parte-5.html

“The National Library of Israel”

A Biblioteca Nacional de Israel, localizada no Campus Givat Ram da Universidade Hebraica de Jerusalém, é a única entre as grandes bibliotecas do mundo que abriga um dos maiores acervos da memória nacional da nação israelense e do povo judeu em todo mundo.

https://web.nli.org.il/sites/NLI/English/collections/personalsites/CAHJP/Pages/default.aspx

https://web.nli.org.il/sites/NLI/English/collections/personalsites/red-lajan/Pages/Memoria-Judaica-de-Pernambuco.aspx

“Descendants of Jews who fled Nazis unite to fight for German citizenship” (The Guardian)

A group of more than 100 descendants of Jewish refugees who fled the Nazi regime are challenging the German government’s rejection of their applications to restore their citizenship.

Anyone who was deprived of their German citizenship during the 12 years of Nazi dictatorship on political, racial or religious grounds – as well as their descendants – is potentially eligible for its restoration, according to a clause enshrined in the country’s constitution.

But several hundred applicants, some of whom submitted claims from the UK after the EU referendum, have been turned down, most commonly on the basis that applications are only valid if citizenship has been passed through the father.

Barbara Hanley’s grandparents

https://www.theguardian.com/world/2019/jul/10/jews-fled-nazis-descendents-german-citizenship

“Secret use of census info helped send Japanese Americans to internment camps in WWII” (by Lori Aratani/The Washington Post)

The Census Bureau plans to ask people if they are U.S. citizens in the 2020 count of the nation’s population, igniting fears that the information could be used to target those in the country illegally.

The decision has become a lightning rod for controversy. More than a dozen states and at least six cities have sued to block the Trump administration from adding the question to the 2020 Census, alleging that it would depress turnout in states with large populations of immigrants. The decennial survey is key to determining how federal funding is spent nationwide. The Census Bureau plans to ask people if they are U.S. citizens in the 2020 count of the nation’s population, igniting fears that the information could be used to target those in the country illegally. (…)

Information from the 1940 Census was secretly used in one of the worst violations of constitutional rights in U.S. history: the internment of Japanese Americans during World War II.

https://www.washingtonpost.com/news/retropolis/wp/2018/04/03/secret-use-of-census-info-helped-send-japanese-americans-to-internment-camps-in-wwii/?noredirect=on&utm_term=.5b5221ddce8d

“Suíça, Pernambuco e o Brasil, uma longa história” (por Rainier Michael/Folha PE)

Diversos órgãos, entidades e empresas da Suíça têm contribuído com o desenvolvimento econômico e social do Nordeste.

A Sociedade Suíça de Beneficência de Pernambuco, fundada em 1875 pelos primeiros imigrantes que vieram ao nosso estado, tem sido atuante em atividades diversas, tais como a celebração do Dia Nacional da Suíça, em 1º de agosto, e assistência aos cidadãos suíços em eventuais situações que não são de alçada do Governo Suíço.  Diversos órgãos, entidades e empresas da Suíça têm contribuído com o desenvolvimento econômico e social do Nordeste.

https://www.folhape.com.br/economia/economia/diplomacia-economica/2018/03/30/NWS,63583,10,814,ECONOMIA,2373-SUICA-PERNAMBUCO-BRASIL-UMA-LONGA-HISTORIA.aspx

“Por que brasileiros estão tentando comprovar vínculo com judeus sefarditas” (por Marília Mara Sciulo/Galileu)

Leis na Espanha e em Portugal concedem cidadania a descendentes da comunidade.

https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2019/07/por-que-brasileiros-estao-tentando-comprovar-vinculo-com-judeus-sefarditas.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post&fbclid=IwAR3cdsEQt25X6xCT5dggsoyiFjmXP20s3MadXdU6SZxF42JDTQ0NlZlG6gQ

Documentário: “História e cultura alemã no estado de São Paulo” (Programa Viva Alemanha 2013/2014 – Realização da Secretaria de Estado da Educação – Governo do Estado de São Paulo)

Imigrantes e descendentes de alemães contam como vieram parar no estado de São Paulo. Histórias que merecem ser contadas e compartilhadas para inspirar alunos e professores a conhecer um pouco mais da Alemanha presente em nosso estado.

Cemitério Municipal de Jahu [SP] “Ana Rosa de Paula” tem seu cadastro de cerca de 80.000 sepultamentos – o primeiro data de 1892 – disponibilizado online

Conforme os registros existentes na sua Administração, o primeiro sepultamento fora realizado em 16 de outubro de 1892: uma criança de origem espanhola, com nove meses de idade. Os registros anteriores eram feitos pela Igreja Católica localizada em Brotas, desde batistério ao óbito, por isso a Necrópole de Jahu não possui registros dos sepultamentos dos fundadores e colonizadores da cidade. Desta forma, desde a fundação da cidade em 15 de agosto de 1853 até o primeiro registro na necrópole em 16 de outubro de 1894 os registros estão sob a guarda de Arquidiocese de São Carlos.

Com a modernização da maquina administrativa pelo atual governo a partir de 2001, o Cemitério também sofreu mudanças, sendo informatizado e hoje possui um cadastro de cerca de 80.000 sepultamentos que podem ser encontrados no site da Prefeitura Municipal de Jahu, facilitando a pesquisa para as pessoas que querem a dupla cidadania e também para fins de estudo ou de formação da árvore genealógica da família.

Para consultar, acesse o site:

http://www.jau.sp.gov.br/cemiterio/index.php?tipo=historia