“Descendants of Jews who fled Nazis unite to fight for German citizenship” (The Guardian)

A group of more than 100 descendants of Jewish refugees who fled the Nazi regime are challenging the German government’s rejection of their applications to restore their citizenship.

Anyone who was deprived of their German citizenship during the 12 years of Nazi dictatorship on political, racial or religious grounds – as well as their descendants – is potentially eligible for its restoration, according to a clause enshrined in the country’s constitution.

But several hundred applicants, some of whom submitted claims from the UK after the EU referendum, have been turned down, most commonly on the basis that applications are only valid if citizenship has been passed through the father.

Barbara Hanley’s grandparents

https://www.theguardian.com/world/2019/jul/10/jews-fled-nazis-descendents-german-citizenship

“Secret use of census info helped send Japanese Americans to internment camps in WWII” (by Lori Aratani/The Washington Post)

The Census Bureau plans to ask people if they are U.S. citizens in the 2020 count of the nation’s population, igniting fears that the information could be used to target those in the country illegally.

The decision has become a lightning rod for controversy. More than a dozen states and at least six cities have sued to block the Trump administration from adding the question to the 2020 Census, alleging that it would depress turnout in states with large populations of immigrants. The decennial survey is key to determining how federal funding is spent nationwide. The Census Bureau plans to ask people if they are U.S. citizens in the 2020 count of the nation’s population, igniting fears that the information could be used to target those in the country illegally. (…)

Information from the 1940 Census was secretly used in one of the worst violations of constitutional rights in U.S. history: the internment of Japanese Americans during World War II.

https://www.washingtonpost.com/news/retropolis/wp/2018/04/03/secret-use-of-census-info-helped-send-japanese-americans-to-internment-camps-in-wwii/?noredirect=on&utm_term=.5b5221ddce8d

“Suíça, Pernambuco e o Brasil, uma longa história” (por Rainier Michael/Folha PE)

Diversos órgãos, entidades e empresas da Suíça têm contribuído com o desenvolvimento econômico e social do Nordeste.

A Sociedade Suíça de Beneficência de Pernambuco, fundada em 1875 pelos primeiros imigrantes que vieram ao nosso estado, tem sido atuante em atividades diversas, tais como a celebração do Dia Nacional da Suíça, em 1º de agosto, e assistência aos cidadãos suíços em eventuais situações que não são de alçada do Governo Suíço.  Diversos órgãos, entidades e empresas da Suíça têm contribuído com o desenvolvimento econômico e social do Nordeste.

https://www.folhape.com.br/economia/economia/diplomacia-economica/2018/03/30/NWS,63583,10,814,ECONOMIA,2373-SUICA-PERNAMBUCO-BRASIL-UMA-LONGA-HISTORIA.aspx

“Por que brasileiros estão tentando comprovar vínculo com judeus sefarditas” (por Marília Mara Sciulo/Galileu)

Leis na Espanha e em Portugal concedem cidadania a descendentes da comunidade.

https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2019/07/por-que-brasileiros-estao-tentando-comprovar-vinculo-com-judeus-sefarditas.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post&fbclid=IwAR3cdsEQt25X6xCT5dggsoyiFjmXP20s3MadXdU6SZxF42JDTQ0NlZlG6gQ

Documentário: “História e cultura alemã no estado de São Paulo” (Programa Viva Alemanha 2013/2014 – Realização da Secretaria de Estado da Educação – Governo do Estado de São Paulo)

Imigrantes e descendentes de alemães contam como vieram parar no estado de São Paulo. Histórias que merecem ser contadas e compartilhadas para inspirar alunos e professores a conhecer um pouco mais da Alemanha presente em nosso estado.

Cemitério Municipal de Jahu [SP] “Ana Rosa de Paula” tem seu cadastro de cerca de 80.000 sepultamentos – o primeiro data de 1892 – disponibilizado online

Conforme os registros existentes na sua Administração, o primeiro sepultamento fora realizado em 16 de outubro de 1892: uma criança de origem espanhola, com nove meses de idade. Os registros anteriores eram feitos pela Igreja Católica localizada em Brotas, desde batistério ao óbito, por isso a Necrópole de Jahu não possui registros dos sepultamentos dos fundadores e colonizadores da cidade. Desta forma, desde a fundação da cidade em 15 de agosto de 1853 até o primeiro registro na necrópole em 16 de outubro de 1894 os registros estão sob a guarda de Arquidiocese de São Carlos.

Com a modernização da maquina administrativa pelo atual governo a partir de 2001, o Cemitério também sofreu mudanças, sendo informatizado e hoje possui um cadastro de cerca de 80.000 sepultamentos que podem ser encontrados no site da Prefeitura Municipal de Jahu, facilitando a pesquisa para as pessoas que querem a dupla cidadania e também para fins de estudo ou de formação da árvore genealógica da família.

Para consultar, acesse o site:

http://www.jau.sp.gov.br/cemiterio/index.php?tipo=historia

The Origin of ‘Refugee’ (Merriam-Webster)

The word originally referred to the Huguenots .

Refugee comes from a tangled web of related words, and though they show a certain family resemblance, these words are also fiercely independent. Their shared roots go all the way back to Latin, but refugee came directly from the French word réfugié with a very specific meaning: it referred to Protestants who fled France following the revocation in 1685 of the Edict of Nantes, the law that granted religious liberty and civil rights to the Protestant Huguenots for nearly a century. Over 400,000 French Protestants left France in the following years, many to Protestant England.

https://www.merriam-webster.com/words-at-play/origin-and-meaning-of-refugee

Hoje é Dia Mundial do Refugiado

Hoje é dia de chamar atenção para os mais de 70 milhões de mulheres, crianças e homens, refugiados e deslocados internos, que deixaram suas casas em busca de segurança e um futuro melhor.

As pequenas virtudes

“Mas vem então a dor por nós.

Já a esperávamos, no entanto não a reconhecemos logo; não a chamamos logo por seu nome. Atordoados e incrédulos, confiantes de que tudo se poderá remediar, descemos as escadas de nossa casa, fechamos aquela porta para sempre: caminhamos interminavelmente por estradas poeirentas.

Somos seguidos e nos escondemos: nos conventos e nos bosques, nos celeiros e nos becos, nos porões dos navios e nos depósitos.

Aprendemos a pedir ajuda ao primeiro que passa: não sabemos se amigo ou inimigo, se irá socorrer-nos ou trair-nos. Mas, sem outra escolha, por um momento lhe confiamos a nossa vida. Aprendemos também a socorrer o primeiro que passa. E sempre guardamos a confiança de que daqui a pouco, em algumas horas ou alguns dias, voltaremos a nossa casa com seus tapetes e lâmpadas; seremos acariciados e consolados; com roupas limpas e chinelos vermelhos as crianças se sentarão a brincar.

Dormimos com nossos filhos nas estações, nas escadarias das igrejas, nos albergues de pobres; somos pobres, pensamos sem qualquer orgulho. Desaparece em nós, pouco a pouco, todo traço de orgulho infantil. Sentimos a verdadeira fome e o verdadeiro frio.

Não sentimos mais medo.. O medo em nós já penetrou, é uma coisa só com nosso cansaço; é o olhar esgotado e sem memória que lançamos às coisas”.

Natalia Ginzburg, Le piccole virtù (Einaudi, 1962); traduzido pelo Prof. Dr. Helion Póvoa Neto – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Migratórios – NIEM.

“A coisa mais importante” (UNHCR-ACNUR – Agência ONU para refugiados, fotografias por Brian Sokol)

O que você levaria se violência ou perseguição forçasse você a deixar sua casa?

Nos últimos sete anos, o ACNUR trabalhou com o fotógrafo Brian Sokol em um projeto de retratos de refugiados chamado A Coisa Mais Importante. Por meio de imagens e entrevistas, é revelada um pouco da angustiada decisão que famílias refugiadas enfrentam quando são forçadas a fugir de suas casas.

“Isso traz um pouco de alívio de minhas tristezas”.

“Para ajudar seus filhos a alcançar a segurança, essa jovem mãe teve que lidar com um ato de equilíbrio”.

“Duas rodas e um tanque de gasolina levaram Abdou para a segurança”.

“Quero estudar para que eu possa me tornar alguém”.

Para apreciar a matéria completa: https://www.acnur.org/portugues/2019/05/30/a-coisa-mais-importante/