Documentário – “História dos judeus no Nordeste (Pernambuco-Brasil)”, produção e direção de Shaul Kesslassi

A presença de cristãos-novos e a ação da Inquisição durante o período em que o Brasil foi colônia de Portugal (1500-1822); a formação de uma comunidade judaica em Recife, Pernambuco, Nordeste do Brasil, no século 17, durante o período de invasão e domínio holandês, que propiciou liberdade religiosa para os judeus; no período colonial (1500-1822), milhares de portugueses cristãos-novos vieram ao Brasil, e constituíram comunidades judaicas organizadas.

O rico documentário conta com os depoimentos da professora Dra. Tânia Kaufman e do historiador Daniel Breda.

Documentário: “Feira em SP reúne culinária, artesanato e danças típicas do leste europeu” (por Opera Mundi)

São 14 comunidades de descendentes ou imigrantes do leste europeu que se juntam para realizar a feira. Todos os produtos são feitos pelos próprios vendedores, que aprenderam a fazê-los baseado na herança cultural que receberam de seus pais e avós. O mesmo vale para os músicos e dançarinos que se apresentam no palco.

As comunidades que participam da feira representam Rússia, Ucrânia, Lituânia, Romênia, Polônia, Croácia, República Tcheca, Bulgária, Eslovênia, Hungria, Letônia, Eslováquia, Estônia e Bielorrússia.

https://operamundi.uol.com.br/cultura/42265/feira-em-sao-paulo-reune-culinaria-artesanato-musica-e-danca-tipicas-do-leste-europeu

Documentário “Franceses no Maranhão” (De lá prá cá – TV Brasil)

A descoberta da América alimentou o sonho de fortuna e despertou a cobiça de nobres e plebeus na Europa, entre eles, os que questionavam o testamento de Adão que teria dividido o Novo Mundo entre Portugueses e Espanhóis. E foi isso que fez com que os franceses, ao longo de mais de um século, tentassem estabelecer colônias no Brasil. Primeiro a da França Antártica, no Rio de Janeiro, depois, a da França Equatorial em São Luiz do Maranhão. Participam do programa sobre a aventura francesa nas terras do Brasil, a antropóloga Maria de Lourdes, o jornalista Eduardo Bueno, o embaixador Vasco Muniz e Adriana Lopez.

Documentário “Territórios estrangeiros no Brasil” (TV Brasil)

Caminhos da Reportagem visita cidades brasileiras colonizadas por Ilha dos Açores, Alemanha, Ucrânia, Japão e Líbano… O Caminhos da Reportagem desta semana passeia pelo mundo sem sair do Brasil. O programa percorre cinco cidades em dois estados brasileiros e conhece povos presentes aqui há décadas e, em alguns casos, há mais de um século. Porém, todos mantêm sua tradição, cultura, culinária e hábitos: pequenos territórios estrangeiros no Brasil.

Os açorianos, que chegaram a Florianópolis no século XVIII, preservam até hoje a arquitetura, os engenhos de farinha, a renda de bilro, as danças e cantorias.

Os suábios são um povo cuja origem remonta a uma região que hoje pertence à Alemanha. Depois de décadas de trabalho na região de Entre Rios, no Paraná, construíram uma economia sólida e priorizam a educação.

Os ucranianos também se estabeleceram no Paraná, em Prudentópolis, e são os maiores produtores de um dos ingredientes que não podem faltar na mesa do brasileiro: o feijão.

Um kamikase que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial planta uvas em Assaí, cidade onde a presença japonesa está em todos os lugares e rostos.

Esta edição ainda mostra o comércio, a religiosidade e as tradições árabes na fronteira do Brasil com a Argentina e o Paraguai.

Reportagem de Paulo Garritano

O documentário conta com valiosos depoimentos. Entre eles, destaca-se o da Professora Dra. Ismênia de Lima Martins, Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense.


Documentário “Imigrantes – A Invenção do Ceará” (TV O Povo)

Deslocar-se do lugar de origem para outro e ali fixar-se. Imigrar. Esse movimento acompanha o homem desde os primórdios. Vários são os fatores que o desencadeia. Mas ao longo da história de cada canto do mundo, o que nos propomos a refletir é como a imigração ajuda a construir o próprio lugar de destino. O Ceará também foi feito por seus imigrantes, inventado a partir do choque ou da união de culturas distintas, e a partir das consequências que trouxeram esses migrantes até o nosso estado.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Documentários “Coleção Emigração Portuguesa”, áudio e vídeo (RTP Arquivos, Portugal)

Há muito que nos habituamos a ouvir dizer que Portugal é um país de emigrantes. A procura de alternativas à pobreza e ao desemprego, a fuga à intolerância política e à guerra, ou ainda o simples desejo de aventura, levou desde há séculos milhões de portugueses a tentar a sua sorte em paragens mais ou menos longínquas, na busca das soluções e respostas que não conseguiram encontrar dentro das fronteiras do seu próprio país. A RTP sempre dedicou uma especial atenção ao fenômeno da emigração, e a todos aqueles que escolheram essa via para projetar o seu futuro. Através de grandes séries documentais, mas também de pequenas reportagens ou entrevistas de ocasião, esta coleção pretende ser um espaço de reflexão sobre a medida em que a emigração ontem como hoje é em si mesma o reflexo da cultura e da história dum povo.

Emigração Portuguesa

“Histórias para contar de novo” (TV Rio Sul)

A série “Histórias para contar de novo”, exibida pela TV Rio Sul na ocasião do seu 25º aniversário, conta histórias de imigrantes que escolheram viver no Sul do Rio de Janeiro. Ela mostra a “trajetória de desenvolvimento, superação e conquistas de pessoas que vivem nas cidades que ficam na área de cobertura da TV Rio Sul, afiliada da Rede Globo”.

Equipe:

  • repórter: Diego Gavazzi;
  • repórter cinematográfico: David Cordeiro;
  • produtora: Raquel Ribeiro;
  • editora: Ana Paula Garcia
  • editora de imagens: Sol Novais.

A série está dividida em cinco partes:

Parte 1: Porto Real (RJ) – Imigrantes italianos

“Porto Real teve sua colonização efetivamente iniciada no fim do século XIX, em princípios de 1875, quando chegaram ao Brasil, a convite de D. Pedro II, os primeiros imigrantes italianos, vindos das cidades de Novi di Modena e Concordia Sulla Secchia, província de Modena”.

https://globoplay.globo.com/v/4285881/

Parte 2: Penedo (RJ) – Imigrantes finlandeses

“Finlândia, início do século XX. O agricultor Toivo Uuskallio afirma ter recebido um chamado divino: deixar a Europa em busca de uma vida simples, saudável e radicalmente natural. Mas ele não iria sozinho. Com a ajuda de amigos, a ideia é espalhada de norte a sul do país. Homem viajado, Uuskallio decide que o Brasil era o destino ideal”.

https://globoplay.globo.com/v/4288469/

Parte 3: Visconde de Mauá – Imigrantes alemães

“Dona Elena e o marido Roberto Bühler, um dos sete filhos do casal Christoph e Anne Marie, vieram de Sttutgart, na Alemanha, em 1913. Cinco anos antes, outros alemães, além de suíços e austríacos, desembarcaram na região de Visconde de Mauá. Terras até então esquecidas, que despertaram interesse depois da crise da escravidão e do café no Vale do Paraíba. Os imigrantes seriam a base dos núcleos coloniais, patrocinados pelo governo brasileiro com o objetivo de produzir frutas europeias e cereais. Mas não deu certo”.

https://globoplay.globo.com/v/4291040/

Parte 4: Sul do Rio de Janeiro – Imigrantes: francês, japonês, alemão e egípcio

“Um francês, um japonês, um alemão e um egípcio. Unidos pela ordem e pelo progresso. Seisan line. Hat al entäg. Fertigungslinie. Ligne de production. Production line. Ou em bom português, linha de produção. É ela a responsável por incrementar esse intercâmbio de idiomas no Sul do estado, isso desde que a primeira montadora se instalou por aqui, em 1996. De lá pra cá, centenas de estrangeiros ajudaram a mudar a cara da nossa economia e até hoje colaboram para consalidar a vocação industrial da região”.

https://globoplay.globo.com/v/4293992/

Parte 5: Volta Redonda (RJ) – Imigrante português

“Lisboa, 10 de setembro de 1952. Um jovem de 15 anos segue para o Brasil com autorização dos pais. Deveria ser entregue ao tio, senhor Antônio Madeira, morador da Avenida Joaquim Leite, em Barra Mansa. Esse garoto era seu Abílio e não vinha passear. “Havia uma crise tão ruim lá, que até a alimentação, comida, só era do sustento da terra. A pessoa tinha que trabalhar na lavoura, para colher o fruto que plantava, para poder sustentar a família”, disse o comerciante Abílio Marques”.

https://globoplay.globo.com/v/4296547/

Para apreciar a matéria escrita, acesse:

http://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2015/07/historia-de-imigrantes-e-tema-de-serie-especial-da-tv-rio-sul-parte-5.html

Documentário: “História e cultura alemã no estado de São Paulo” (Programa Viva Alemanha 2013/2014 – Realização da Secretaria de Estado da Educação – Governo do Estado de São Paulo)

Imigrantes e descendentes de alemães contam como vieram parar no estado de São Paulo. Histórias que merecem ser contadas e compartilhadas para inspirar alunos e professores a conhecer um pouco mais da Alemanha presente em nosso estado.