“As comunidades árabes no Brasil: imigrantes, descendentes e a luta pela integração” (por Rodrigo Ayupe, Revista Diáspora)


Apesar da dificuldade em estimar o número preciso de imigrantes árabes e seus descendentes no Brasil, haja vista que o censo brasileiro não permite o registro de identidades étnicas, estudos acadêmicos e não acadêmicos apontam para uma presença significativa de famílias e comunidades árabes, incluindo uma série de instituições, tais como hospitais, clubes, igrejas, mesquitas, restaurantes, lojas, empresas e indústrias.


Diante disso, em comemoração ao Dia Nacional da Comunidade Árabe, celebrado em 25 de março, esse pequeno texto se dedica a apresentar o histórico da imigração árabe no Brasil, expondo as suas causas, de acordo com cada fase, e destacando o processo de formação das comunidades árabes e suas instituições, além de discutir o seu lugar na sociedade brasileira.

http://www.revistadiaspora.org/2019/03/25/as-comunidades-arabes-no-brasil-imigrantes-descendentes-e-a-luta-pela-integracao/

“Historiador italiano sentencia: o pioneirismo está com São João Batista-SC. Mas Santa Teresa-ES tem a primazia da grande imigração” (por Desidero Peron – INSIEME)

O historiador e sociólogo italiano Renzo Maria Grosselli, autor de ‘Vincere o morire’, procurou esquivar-se salomonicamente do confronto que envolve as comunidades italianas de Santa Catarina e do Espírito Santo na questão pela primazia histórica da chegada dos imigrantes italianos em solo brasileiro, surgida com a sanção, pelo presidente Michel Temer, da lei número 13.617/2018, que confere ao município de Santa Teresa-ES o título de ‘pioneiro da imigração italiana no Brasil’.

“Grosselli e a primazia histórica da imigração italiana no Brasil”

https://www.insieme.com.br/pb/historiador-italiano-sentencia-o-pioneirismo-esta-com-sao-joao-batista-sc-mas-santa-teresa-es-tem-a-primazia-da-grande-imigracao/

“Tesouros de imigrantes alemães confiscados por Vargas na Segunda Guerra são descobertos” (por Juliana Dal Piva e Nicollas Witzel, ÉPOCA.GLOBO, 2018)


Famílias, incluindo judeus que fugiram do nazismo, perderam joias, moedas de ouro e pratarias durante Estado Novo.

“Moedas pertencentes a alemães judeus, hoje no acervo do Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro”. Foto: Hugo Araújo/Agência O Globo

(Matéria compartilhada do NIEM – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Migratórios, IPPUR-UFRJ)

https://epoca.globo.com/tesouros-de-imigrantes-alemaes-confiscados-por-vargas-na-segunda-guerra-sao-descobertos-23311740

“Como estrangeiros ajudaram a contar a história de Casa Forte e das redondezas” (por Marina Suassuna)


Ao longo de sua história, a cidade do Recife conviveu com várias levas de migração e a presença destes imigrantes ajudou a construir a história da nossa cidade e consequentemente dos nossos bairros. Na Zona Norte do Recife, os bairros vizinhos de Casa Forte, Poço da Panela e Apipucos foram bastante marcados pela presença de estrangeiros.

https://poraqui.com/casa-forte/como-estrangeiros-ajudaram-a-contar-a-historia-de-casa-forte-e-suas-redondezas/

“A época em que o Brasil barrou milhares de judeus que fugiam do nazismo” (por João Fellet, BBC NEWS Brasil em São Paulo)


Em julho de 1938, o cônsul do Brasil em Budapeste (Hungria), Mário Moreira da Silva, enviou ao ministro das Relações Exteriores, Oswaldo Aranha, uma circular secreta em que informava ter recusado a concessão de vistos a 47 pessoas ‘declaradamente de origem semita’ (judeus) que buscavam migrar para o Brasil.

A reportagem conta com o rico depoimento da professora Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro (Departamento de História da USP-SP).

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46899583

“A capital europeia onde lápides de cemitérios viraram calçada de paralelepípedo” (BBC NEWS)


A cada ano, milhões de turistas caminham pelas calçadas da cidade velha de Praga, capital da República Tcheca – possivelmente sem saber que muitas das pedras abaixo dos seus pés foram saqueadas de um local que deveria ser sagrado. O repórter da BBC Rob Cameron descobriu esse segredo recentemente e conta a história.

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-46884204

“Há 65 anos, Bahia recebia quase 500 imigrantes italianos” (por gshow – Aprovados, 2015)

Ao final da Segunda Guerra Mundial, quatrocentos e cinquenta e oito italianos emigraram para a Bahia em busca de novas oportunidades. O historiador Dr. Guiseppe Benedini, professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), relata como ocorreu a chegada e a distribuição desses imigrantes.

http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Aprovado/noticia/2015/09/ha-65-anos-bahia-recebia-quase-500-imigrantes-italianos.html