“‘La culpa es del extranjero’: la larga y dramática historia de la xenofobia en Argentina” (por Ignacio Montes de Oca)


Buscar la explicación de los males argentinos en los inmigrantes es un defecto tan actual como repetido. La historia de ese odio constituye uno de los capítulos más oscuros de nuestra historia.

https://www.infobae.com/sociedad/2018/09/22/la-culpa-es-del-extranjero-la-larga-y-dramatica-historia-de-la-xenofobia-en-argentina/

Compartilhado do NIEM – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Migratórios

Visite as páginas: Consultoria em Pesquisa Histórica e Consultoria em História da Família.

Divulgação

Caros seguidores, leitores e amigos,

É com satisfação que divulgo duas consultorias que criei recentemente. Uma delas é a Consultoria em História da Família, que tem como objetivo investigar, recuperar, conhecer e registrar a história da família em seus aspectos social, cultural, político, religioso e econômico, para preservar a memória da família. A outra é a Consultoria em Pesquisa Histórica, que oferece serviços de pesquisa histórica para professores, pesquisadores, jornalistas, escritores, famílias, escritórios de advocacia, cineastas, editores e particulares.

Visitem as páginas!

https://imigracaohistorica.com/consultoria-em-historia-da-familia-2/

https://imigracaohistorica.com/consultoria-em-pesquisa-historica/

“Italian Stories: from the Godfather to the Fortunate Pilgrim” (by Michael Curtotti)

“This story is written from Australia: far from Italy. Yet for me these two places will always be connected, for I was born in one and have grown up and lived in the other. It takes some making sense of – this life spread across half a globe. Somehow the neat boxes that society creates – this country here – that country there – find no place in my heart. How can I apportion my left ventricle to one land and my right to another? There is a problem with this tale which parcels out the world in separate lands; for inside my one human body I carry stories from two”.

https://beyondforeignness.org/5619

“German Gardens: el barrio nazi de Nueva York” (por Ricardo Garcia)

“En 1936, un inmigrante alemán llamado Fritz Julius Kuhn, junto con un grupo de simpatizantes nazis, fundó en Long Island, Nueva York, una organización llamada Bund (abreviación de Bundesführer).

Esta organización adquirió varias tierras en la cercanía del pueblo de Yaphank, con la finalidad de crear campamentos de verano nazis y promover la causa de Hitler y del Partido Nacionalsocialista”.

https://www.cinconoticias.com/german-gardens-el-barrio-nazi-de-nueva-york/

Judeus: Amazônia, Bahia, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo

Amazônia

“Como viemos parar na Amazônia” (por Sultana Levy Rosenblatt – MORASHÁ)

http://www.morasha.com.br/brasil/como-viemos-parar-na-amazonia.html

 

Bahia

“A comunidade judaica da Bahia” (por Esther Regina Largman – MORASHÁ)

http://www.morasha.com.br/brasil/a-comunidade-judaica-da-bahia.html

 

Brasília

“Judeus de Brasília lutam pela continuidade” (por Marcus Moraes – MORASHÁ)

http://www.morasha.com.br/brasil/judeus-de-brasilia-lutam-pela-continuidade.html

 

Rio de Janeiro

“Não vão acabar nunca com a Praça Onze” (por H. James Kutscka – MORASHÁ)

http://www.morasha.com.br/brasil/nao-vao-acabar-nunca-com-a-praca-onze.html

 

São Paulo

“Os judeus em São Paulo” (por Paulo Valadares – MORASHÁ)

http://www.morasha.com.br/brasil/os-judeus-de-sao-paulo.html

 

“Judeus em São Paulo” (por Paulo Valadares – MORASHÁ)

http://www.morasha.com.br/brasil/judeus-em-sao-paulo.html

“A história do Bar Jacob, referência para os judeus” (por Mariana Pollara Zylberkan)

“Na rua central do bairro do Bom Retiro, a José Paulino, funcionou o  Bar Jacob, único endereço que muitos viajantes traziam no bolso no  longo trajeto entre o Leste europeu e o porto de Santos, no litoral da capital.

Aberto em 1928, o bar e mercearia de Jacob Givertz já era um ponto estabelecido quando as maiores ondas migratórias de judeus chegaram a São Paulo, no fim dos anos 1930, em decorrência da eclosão da 2ª Guerra Mundial na Europa. Parentes e amigos informavam em cartas aos interessados em cruzar o oceano Atlântico que, quando chegassem a São Paulo, procurassem um judeu simpático, sempre atrás do balcão do estabelecimento administrado por Givertz, a mulher Anna, natural de Odessa, na Ucrânia, e as quatro filhas”.

http://www.morasha.com.br/brasil/a-historia-do-bar-jacob-referencia-para-os-judeus.html

Franceses no Ceará

(Imagem extraída do Diário do Nordeste)

“Relembre 8 influências da cultura francesa sobre Fortaleza ao longo dos anos” (Diário do Nordeste)

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/cidade/online/tbt-relembre-8-influencias-da-cultura-francesa-sobre-fortaleza-ao-longo-dos-anos-1.1830412

 

GIRÃO, Raimundo. Franceses no Ceará. Revista da Academia Cearense de Letras, n. 13, 1953, p. 72-84.

(PDF) ACL_1953_13_Franceses_no_Ceara_Raimundo_Girao

“The History of Passport Photos, From ‘Anything Goes’ to Today’s Mugshots” (by Natasha Frost)

“People have always hated how they look in them.”

“Face the camera directly. Wear the clothes you normally wear—no hats, no headphones, no glasses. (If you can’t take off your glasses, you’ll need a doctor’s note. If your religion necessitates some kind of head covering, you’ll need a signed statement.) Eyes open. Neutral facial expression or, perhaps, a so-called “natural” smile. And—click!”

“An 1918 Italian passport photo shows its bearer smoking a cigarette and reading a newspaper. Cortesy Neil Kaplan”

Compartilhado do NIEM – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Migratórios

https://www.atlasobscura.com/articles/passport-photos-history-development-regulation-mugshots

“Los migrantes han cruzado el Mediterráneo durante siglos, pero antes se desplazaban de norte a sur” (por Felicita Tramontana – El País – Paneta Futuro)

“El discurso racista que ha encontrado terreno fértil en Europa se basa en dos suposiciones erróneas: que la migración es un fenómeno nuevo y que este mar ha estado dividido desde la antigüedad”.

“Un mapa del siglo XVI de Europa y África del Norte. Luis Teixeira, Portulano, Lisboa, ca. 1600, via Wikimedia Commons”

https://elpais.com/elpais/2018/07/13/planeta_futuro/1531478096_238117.html