Sugestão de leitura – “100 anos do genocídio armênio: negacionismo, silêncio e direitos humanos, 1915-2015”

CARNEIRO, Maria Luiza Tucci, BOUCAULT, Carlos Eduardo de Abreu, LOUREIRO, Heitor de Andrade Carvalho (Orgs.). 100 anos do genocídio armênio: negacionismo, silêncio e direitos humanos, 1915-2015. São Paulo: Editora Humanitas/FFLCH-USP, 2019.

Descrição

Este livro trata de um dos episódios mais trágicos da história da Humanidade: o Genocídio Armênio, protótipo do genocídio moderno. Os estudos aqui publicados são fundamentais para compreendermos os fatos ocorridos há cem anos e para prevenirmos que tais crimes não voltem a ocorrer, principalmente, em momentos de crescimento de ódio e intolerância contra as minorias como, infelizmente, o mundo continua presenciando.
A presente obra traz uma contribuição positiva no esclarecimento desse episódio tão doloroso e presente na memória coletiva de todos os armênios e seus descendentes, e ganha ainda mais relevância por se tratar de uma das raras publicações que aborda o tema em língua portuguesa.

Mais informações:

Jornal da USP: https://jornal.usp.br/cultura/livro-traz-criticas-ao-negacionismo-do-genocidio-armenio/?fbclid=IwAR0sXXfygeZcy3r_jUNaoGYD4ZIiU4Dw59VIdlaAq1D6gm2Zm5k_P9xvw4o

Sugestão de leitura: “Nordeste semita: ensaio sobre um certo Nordeste que em Gilberto Freyre também é semita” (Caesar Sobreira)

SOBREIRA, Caesar. Nordeste Semita: ensaio sobre um certo Nordeste que em Gilberto Freyre também é semita. São Paulo: Global Editora, 2010.

Descrição

O livro de Caesar Sobreira configura-se como amplo estudo sobre os inúmeros vestígios da cultura semita na gênese do universo histórico-cultural nordestino. Partindo de alguns textos de Gilberto Freyre, o autor revisita momentos decisivos da história do Nordeste brasileiro, pinçando aqui e ali os sinais deixados pela presença judaica na região. Neste estudo renovador que mistura história e antropologia, o leitor vislumbra um Nordeste mais rico de tradições e de contradições.

Sugestão de leitura: “Fronteiras da Pátria: dos campos sem vida aos campos de morte” (Mirian Silva Rossi)


ROSSI, Mirian Silva. Fronteiras da Pátria: dos campos sem vida aos campos de morte. São Paulo: Intermeios; LEER/USP, 2018. ISBN 978-85-8499-140-2.

DESCRIÇÃO


Entre os eventos de longa duração, poucos definem tão bem o último século e as décadas subsequentes como a Grande Imigração e a Grande Guerra, temas deste livro. As imagens, as narrativas e as representações do passado são quase um espelho do tempo presente, que revive de forma superlativa as iniquidades do século XX. Enfrentar esses acontecimentos significa não só entendê-los melhor, mas entender a história do nosso tempo. Isoladamente, cada um deles teve seus próprios desdobramentos e suas características particulares. Em comum, ambos deixaram marcas indeléveis na humanidade: destruíram vidas, desagregaram ramificações sociais, fragmentaram a coletividade.
Este livro teve como foco inicial e deflagrador o epistolário inédito de Américo Orlando, nascido no Brasil pouco mais de três meses após a chegada de sua família, emigrada da Itália. Ele reúne quase uma centena de cartas e cartões postais enviados por Américo, do front italiano da Primeira Guerra Mundial. As cartas em questão têm duplo significado: evocam a lembrança de alguém querido, que pode ser encontrado na materialidade do papel, ao mesmo tempo em que são provas documentais da sua participação em um acontecimento coletivo extremamente trágico, mas memorável: a guerra.
Embora as cartas perpassem as páginas deste livro, o objetivo da pesquisa não foi elaborar uma história de vida ou uma história de guerra. O foco da análise reside na possibilidade de trazer elementos que contribuam para a reflexão sobre os deslocamentos humanos, os seus desdobramentos e as suas consequências.
Com o apoio de uma sólida e minuciosa pesquisa, foi possível analisar, de forma ampla, uma série de questões, entre as quais, as prováveis razões do grande êxodo italiano, a erosão do mundo antigo, o longo e penoso percurso dos imigrantes no Novo Mundo e a dimensão cruel da guerra, que arrastou milhões de indivíduos para o epicentro de um turbilhão, que convulsionou os ritmos da vida, deixando tudo fora do lugar.
Compartilhando universos simbólicos, permeando fronteiras geográficas, culturais, metodológicas e epistemológicas, Fronteiras da Pátria: dos campos sem vida aos campos de morte, proporciona ao leitor um mergulho entre dois mundos, introduzindo-o em um universo de perdas, superações, esperança, lutas, sobrevivências…
Com uma narrativa expressiva, este livro percorre os vestígios das pálidas pegadas dos caminhantes, em busca das raízes partidas, dos ramos enredados nas veredas das migrações e da guerra, dos sonhos que se perderam nos compassos e descompassos entre tempo e espaço, das vidas que se dispersaram no incessante movimento que impele a humanidade para diante… no passado e no presente, consciente ou inconscientemente, para o bem ou para o mal.

Sugestões de leitura


FELDMAN-BIANCO, Bela, SANJURJO, Liliana, AZEVEDO, Desirée, SILVA, Douglas Mansur da (Orgs.). Migração e exílio. São Carlos (SP): EDUFSCAR, 2018.

Descrição

“Esta coletânea oferece um panorama das novas perspectivas antropológicas, temas e debates sobre deslocamentos transnacionais na história e na atualidade. Seja focalizando migrantes do Brasil ou aqueles radicados no país, esta coleção de artigos expõe as relações entre migrações transnacionais, nação e nacionalidade e a contínua preocupação dos Estados-Nação em classificar e selecionar migrantes desejáveis e indesejáveis. Em seu conjunto, trazem à tona renovado interesse nos significados da imigração e do exílio na história brasileira, assim como em questões laborais e na construção da imigração enquanto crime no capitalismo neoliberal”.

CUNHA, Valdemir, BARTABURU, Xavier. Mein Kleines Deutschland – Minha pequena Alemanha: 190 anos da presença alemã no Brasil. São Paulo: Editora Origem, 2014.

Descrição

“A obra conta a história da imigração alemã para o Brasil a partir de 1824, mostrando a influência germânica na construção do Brasil; é uma mistura de livro de fotografia com almanaque”.

OGATA, Maria Gravina. Os samurais alagoanos e a bambina paulista: migrar é preciso… São Paulo: Scortecci Editora, 2018.

Descrição

“Os Samurais Alagoanos e a Bambina Paulista: Migrar é Preciso… apresenta um relato em que a família da autora protagoniza inúmeras aventuras migratórias, que tiveram o Brasil como destino. O livro narra a saga dos imigrantes italianos e japoneses que se encontraram na cidade de São Paulo e vêm seguindo seus caminhos juntos, desdobrando-se em várias gerações até a chegada de seus três netos, fruto do melting pot que se tornou o Brasil, decorrente da formação de várias diásporas migratórias em diversos momentos históricos, relacionados com o final do século XIX, todo o século XX e o início do século XXI. A obra passeia confortavelmente pela história, geografia, economia, administração pública, política e pelo direito, de forma muito simples, fazendo com que qualquer pessoa possa se recordar de momentos cruciais da história do Brasil, constatando-se que, de país de imigração, vem se tornando, pouco a pouco, um país de emigração. Este ensaio não relata a história ‘dos outros’. Trata das fronteiras e dos Estados nacionais, cujas funções se encontram em constante transformação no mundo globalizado. Mostra, ainda, a demora na miscigenação dos imigrantes com os brasileiros, a importância do casamento nas famílias de imigrantes, a dificuldade para retornar ao país de origem, a importância da família, a educação como forma de ascensão social e econômica”.

ELMIR, Cláudio Pereira, WITT, Marcos Antônio, TRUZZI, Oswaldo (Orgs.). Imigração nas Américas: estudos de história comparada. São Leopoldo (RS): OIKOS Editora, 2018.

Descrição

“Há muitas possibilidades de estudos comparativos. Conforme os organizadores, o essencial é perceber que esse método enriquece os temas abordados. No campo dos estudos migratórios, bastante fragmentado e no qual a primazia dos estudos monográficos reina quase absoluta, a presente obra pretende contribuir para mitigar e alargar a compreensão acerca dos fenômenos migratórios. O livro tem uma série de contribuições de mais de uma dezena de pesquisadores/as da América do Sul”.

LEVY, Daniela. De Recife para Manhattan: os judeus na formação de Nova York. São Paulo: Editora Planeta, 2018.

Descrição

“Uma fantástica e desconhecida aventura. Foi uma verdadeira epopeia. Em 1654, 23 judeus, entre homens, mulheres e crianças, deixaram a cidade do Recife em busca de uma nova terra. Após 24 anos de domínio holandês, Portugal recuperou a colônia da região de Pernambuco, expulsando os holandeses e judeus que lá haviam se estabelecido. A bordo do navio Valk, os judeus sonhavam em voltar para a terra natal. Uma tempestade desviou-os do caminho e o navio acabou sendo saqueado por piratas espanhóis. O grupo foi socorrido por uma fragata francesa que lutou contra os piratas e resgatou a tripulação. Como tinham outro rumo, os franceses deixaram o grupo na Jamaica, então colônia espanhola. Depois de ficarem presos por algum tempo, os judeus foram libertados graças à intervenção do governo holandês. Por motivos financeiros, acabaram seguindo para um destino mais próximo do que a Europa: a colônia holandesa de Nova Amsterdã. Assim começa a participação dos judeus que saíram do Brasil e acabaram ajudando na formação de Manhattan, antes chamada de Nova Amsterdã. O grupo foi o primeiro formar uma comunidade judaica na América do Norte. Passados os primeiros anos de adaptação, eles colaboraram com o desenvolvimento, então incipiente, do comércio, com a organização inicial do mercado financeiro, a construção de modernos hospitais, a luta pela emancipação política, a formação de renomadas universidades e centros culturais. Os judeus do Brasil contribuíram muito para que Nova York fosse hoje a capital do mundo. Tanto é que a cidade ergueu um monumento aos chamados Jewish Pilgrim Fathers. Esta história fascinante e pouco conhecida é narrada em detalhes neste livro, que contém também mapas e imagens que ilustram essa aventura”.

KULCSÁR, João. Retrato Migrantes. São Paulo: Editora SESI SP, 2015.

Descrição

“Este livro é resultado de anos de pesquisa de João Kulcsár – professor de arte e curador de exposições nacionais e internacionais – que teve acesso privilegiado a documentos e imagens de Ellis Island, ilha portuária de Nova York símbolo da imigração para os Estados Unidos no inicio do século XX, e ao acervo do Museu da Imigração de São Paulo, onde concebeu um projeto que relaciona as duas coleções, retratando a experiência da imigração nos Estados Unidos e no Brasil. Retratos imigrantes é uma representação privilegiada de momentos fundamentais da história da humanidade, trazendo o registro de pessoas e famílias que deixaram tudo para trás para imigrar, buscar alternativas e oportunidades de erigir novas comunidades com perspectivas mais tolerantes, pacíficas e democráticas”.

EBOOK – Acervo Digital do Museu da Imigração


Como encontrar, de forma assertiva, os registros daqueles que passaram pela Hospedaria de Imigrantes do Brás?
O Acervo Digital do Museu da Imigração é acessado, diariamente, por milhares de pessoas em busca de registros de imigrantes e de documentos que ajudam a contar a história da imigração para o Brasil.
Para realizar pesquisas mais eficientes nessa página, é necessário seguir algumas etapas e levar em consideração certas informações que consideramos essenciais.
Pensando nisso, o Museu da Imigração criou um ebook com um passo a passo para auxiliar a busca no Acervo Digital. Nessa publicação especial, você poderá encontrar:
– Dados sobre a história da Hospedaria de Imigrantes do Brás;
– Exemplos de como realizar pesquisas eficientes;
– Explicação de cada item do registro de matrícula na Hospedaria de Imigrantes;
– Como encontrar informações nas listas de bordo;
– Resumo dos outros campos de busca existentes no Acervo Digital.


Para fazer o download grátis, acesse:

http://museudaimigracao.org.br/ebook-acervo-digital-do-museu-da-imigracao/

Sugestão de leitura: “Os capixabas holandeses: uma história holandesa no Brasil”

Nós conhecemos a nossa história através das que nos foram contadas à luz de velas ou lamparinas pelos mais idosos. Eles nos falavam sobre a Holanda, sobre a longa viagem que fizeram e sobre os primeiros anos no meio da mata, conta Abrão Laurett, na pequena cidade de Santa Leopoldina. A partir de 1858 até 1862 mais de 700 holandeses emigraram para o Brasil. Tiveram a coragem de deixar a terra natal na província Zeelande assinaram um contrato com a promessa de que receberiam terras, haveria trabalho suficiente para todos e boas possibilidades para o futuro de seus filhos. A realidade era bem diferente. A maioria foi parar no estado do Espírito Santo, entre morros íngremes cobertos com mata virgem, com plantas e animais desconhecidos. Debaixo de um sol escaldante para o qual a pele branca dos emigrantes não estava preparada, tiveram que construir uma nova existência. Uma tarefa gigantesca para pessoas que vinham dos Países Baixos, dos poderes (terras que foram drenadas e ficam protegidas por diques) muito planos, onde o horizonte é infinito, o ar e as nuvens que pairam sobre as pastagens são impressionantes e o espaço é enorme. Eram pequenos grupos que, assim como várias outras famílias europeias, embarcaram em navios em Antuérpia e emigraram para o Brasil. Essa se tornou uma emigração esquecida e eles, um povo esquecido.
Smoor, Boone, Louwers, Krijger, Heule, Theunisse, la Gasse, Schijve, Valkenier, são apenas alguns nomes de ‘holandeses, descendentes dos imigrantes de Zeeland’ no estado do Espírito Santo. Na colônia Santa Leopoldina os pioneiros de Zeeland construíram a própria comunidade chamada Holanda. Mas também no sul do Espírito Santo e no extremo norte na divisa com a Bahia, no vale do Rio Mucuri eles  começaram uma nova vida.

Ainda restam poucas lamparinas em Holanda. Na maioria das casas hoje se vê a iluminação fria da televisão. As histórias dos pioneiros não são mais contadas e estão ameaçadas de caírem no esquecimento. Os descendentes conhecem muito pouco a própria história, se autodenominam holandeses, mas quase nunca ouviram falar de Zeeland. Com este livro, queremos manter vivos os relatos das famílias de Zeeland no Espírito Santo, porque a história não é feita somente de grandes momentos de governos ou membros do clero, mas principalmente de pessoas que tentam construir sua sociedade. Para não esquecê-los e fazer jus a sua luta por uma nova existência registramos aqui todos os nomes. Muito se perdeu de sua história: artigos antigos, documentos, fotos e anotações foram levados para os túmulos ou destruídos por insetos. As histórias que ainda eram contadas em Holanda e nossa experiência no período de 1976 a 1983, quando trabalhamos na comunidade de Holanda, formaram a base para mais pesquisa. Eles vivem em meio a descendentes de pomeranos, alemães, suíços, austríacos e  brasileiros. Não foi fácil encontrar os nomes dos holandeses nos arquivos, uma vez que estes frequentemente eram registrados como alemães ou pomeranos. A história dos holandeses no Espírito Santo ainda não havia sido escrita. Esperamos que, com este livro, possamos colaborar com o relato dessa história e, quem sabe, algum capixaba holandês se anime em aprofundar um pouco mais esta pesquisa”.

ROOS, Ton, ESHUIS, Margje. Os capixabas holandeses: uma história holandesa no Brasil. Coleção Cannaã, vol, 9. Espírito Santo: Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, 2008.

(PDF) Os_Capixabas_Holandeses

“Fascismo, antifascismo e as comunidades italianas no exterior: guia bibliográfico (1922-2015)”, João Fábio Bertonha

Excelente guia bibliográfico para os pesquisadores do fascismo e antifascismo italiano no exterior.

 BERTONHA, João Fábio. Fascismo, antifascismo e as comunidades italianas no exterior: guia bibliográfico (1922-2015). Rio Grande do Sul: EDIPUC-RS – PUC-RS, 2017 (formato livro digital).

SINOPSE

 

Este Guia, praticamente completo acerca da produção bibliográfica sobre o fascismo e o antifascismo italiano no exterior, é resultado de um enorme esforço investigativo e compilatório. Mais do que isso, atualmente, João Fábio Bertonha é um dos principais autores sobre o tema no mundo. Num momento em que as universidades brasileiras buscam parcerias externas com vistas à internacionalização de suas pesquisas e de sua produção acadêmica, Bertonha, já pesquisador e professor visitante em diferentes instituições estrangeiras, nos traz um inventário de obras que materializa, na prática, essa demanda. E sobre um tema, o do fascismo-antifascismo italiano no exterior, em que geralmente os historiadores muito referem o transnacionalismo, mas pouco conseguem de fato apropriar-se dele em seus estudos. Bertonha o faz, interconecta pesquisas, pensa a dialética fascismo-antifascismo em termos transnacionais, sistêmicos e globais. Sem precisar enunciá-la como tal, produz uma verdadeira global history, tão na moda entre os historiadores hodiernos. E tudo isso localizado numa universidade fora do eixo Rio-São Paulo. Não é pouca coisa. Caros leitores, desfrutem ao máximo deste Guia. Carlo Romani

“Persépolis” – livro e filme

LIVRO

SATRAPI, Marjane. Persépolis. Trad. Paulo Werneck. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

SINOPSE

“A visão feminina do Irã sob os olhos atentos de uma testemunha, que vê de perto as consequências da Revolução Islâmica em seu país. Este é o cenário de ‘Persépolis (Completo)’ (Companhia das Letras, 2008), autobiografia em quadrinhos de Marjane Satrapi. Após a revolução, ocorrida em 1979, a autora, então com 10 anos, é obrigada a estudar em uma escola religiosa e a usar véu, sem entender o porquê disto.

De família moderna e politizada, ela acompanha as transformações em seu país, assim como os protestos contra a ditadura religiosa que fora implantada. Aos 14 anos, Marjane vai morar na Europa, onde luta para não perder sua identidade. Após quatro anos, volta ao Irã e percebe que está ocidentalizada demais para ser aceita pelo seu antigo grupo. Lançada em 2000, na França, a obra ganhou continuidade até 2003, quando foi publicado o último volume desta envolvente história. Em 2004, a série foi publicada no Brasil, tendo os quatro livros reunidos em uma única obra em 2008″. (por Livraria da Folha)

FILME

Persépolis é um filme de animação, dirigido por Marjane Satrapi e Vincent Parannaud, que sintetiza os quatro volumes da obra homônima de Marjane Satrapi.

Sugestão de leitura: “Viagem pelas colônias alemãs do Espírito Santo: a população evangélico-alemã no Espírito Santo. Uma viagem até os cafeicultores alemães em um estado tropical do Brasil”

“Viagem pelas Colônias Alemãs do Espírito Santo configura um relato sobre a cultura das comunidades germânicas localizadas no Espírito Santo no princípio do século XX. O livro foi originalmente publicado em Potsdam, em 1910, e traz as impressões de Hugo Wernicke, membro da igreja luterana da Alemanha, em visita aos seus conterrâneos em diversos municípios capixabas. A versão inédita em língua portuguesa foi traduzida por Erlon José Paschoal”.

WERNICKE, Hugo. Viagem pelas colônias alemãs do Espírito Santo: a população evangélico-alemã no Espírito Santo. Uma viagem até os cafeicultores alemães em um estado tropical do Brasil. Trad. Erlon José Paschoal. Vitória: Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, 2013.

(PDF) Wernicke, Hugo_Viagem pelas colonias alemas do Espirito Santo

Sugestão de leitura: “Nas Duas Margens. Os Portugueses no Brasil.”

 SOUSA, Fernando de et al. (coordenação). Nas duas margens. Os portugueses no Brasil. Porto (PT): CEPESE/Edições Afrontamento, 2009.

“Os trinta textos publicados nesta obra, da autoria de especialistas portugueses, brasileiros e espanhóis que se têm centrado, nas suas investigações, sobre o complexo fenômeno da emigração/imigração para o Brasil, através do levantamento e análise dos fundos documentais disponíveis num e no outro lado do Oceano, suscitam novos dados e achegas sobre a questão da emigração/imigração para o Brasil, contribuindo, desta forma, para o alargamento do conhecimento nas suas múltiplas vertentes, desde a identificação das fontes à análise quantitativa e qualitativa da informação” (extraído de CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade).

(PDF) Nas Duas Margens. Os Portugueses no Brasil