“Mesmo com abertura de mercado, empresas fundadas por imigrantes alemães preservam identidade regional” (por Redação NSC)

Característica faz com que empresas alemãs invistam em Santa Catarina.

Aquela brincadeira de que alemão gosta de poupar é coisa séria. Tanto é que a poupança dos imigrantes alemães recém-chegados a Santa Catarina, a partir de 1829, resultou em empresas centenárias que, apesar da fama de tradicionais, só continuam no mercado pela inovação de seus processos.

Aquela brincadeira de que alemão gosta de poupar é coisa séria. Tanto é que a poupança dos imigrantes alemães recém-chegados a Santa Catarina, a partir de 1829, resultou em empresas centenárias que, apesar da fama de tradicionais, só continuam no mercado pela inovação de seus processos.

https://www.nsctotal.com.br/noticias/mesmo-com-abertura-de-mercado-empresas-fundadas-por-imigrantes-alemaes-preservam

“Gli eterni spostamenti” (Alberto Mattioli – La Stampa)

Una ricerca ricostruisce le migrazioni interne in Italia grazie ai cognomi.

Più che desta, l’Italia si è mossa. A parte le ricorrenti calate, invasioni e occupazioni dall’estero subite da un popolo abituato a essere, come diceva Voltaire, «il premio del vincitore», da secoli gli italiani si spostano su e giù per uno stivale di varia gradevolezza ma sempre affollato. Adesso una ricerca scientifica ricostruisce cinque secoli di migrazioni interne grazie a un’incredibile ricerca sui cognomi. La rivista americana «Human biology» ha appena pubblicato il ponderoso studio, una specie di «Cognome della rosa» che partendo da come si chiamano racconta dove sono andati gli italiani.

https://www.lastampa.it/cultura/2012/10/17/news/gli-eterni-spostamenti-1.36370089?refresh_ce

https://www.cognomix.it/mappe-dei-cognomi-italiani

Documentário “Franceses no Maranhão” (De lá prá cá – TV Brasil)

A descoberta da América alimentou o sonho de fortuna e despertou a cobiça de nobres e plebeus na Europa, entre eles, os que questionavam o testamento de Adão que teria dividido o Novo Mundo entre Portugueses e Espanhóis. E foi isso que fez com que os franceses, ao longo de mais de um século, tentassem estabelecer colônias no Brasil. Primeiro a da França Antártica, no Rio de Janeiro, depois, a da França Equatorial em São Luiz do Maranhão. Participam do programa sobre a aventura francesa nas terras do Brasil, a antropóloga Maria de Lourdes, o jornalista Eduardo Bueno, o embaixador Vasco Muniz e Adriana Lopez.

Sugestão de leitura: “Colonos do café” (Maria Silvia Beozzo Bassanezi)

Bassanezi, Maria Silvia Beozzo. Colonos do café. São Paulo: Editora Contexto LV, 2019.

SINOPSE

A autora narra, neste livro, as experiências de homens e mulheres que trabalharam na cafeicultura do Velho Oeste Paulista, do final do século xix às primeiras décadas do xx. Com base em ampla documentação de um caso exemplar, a obra colabora para uma maior compreensão do “colonato” – regime de trabalho considerado pelos cafeicultores da época como o mais adequado e eficiente no processo de produção do café –, mas, sobretudo, ilumina experiências humanas por muito tempo ignoradas ou mencionadas apenas de passagem pelos livros especializados.
Enfim, uma história representativa de milhares de famílias, especialmente de imigrantes que atravessaram o oceano para chegar a terras brasileiras em busca de prosperidade, mudando para sempre não só o destino de São Paulo, mas também do Brasil como um todo.

Documentário “Territórios estrangeiros no Brasil” (TV Brasil)

Caminhos da Reportagem visita cidades brasileiras colonizadas por Ilha dos Açores, Alemanha, Ucrânia, Japão e Líbano… O Caminhos da Reportagem desta semana passeia pelo mundo sem sair do Brasil. O programa percorre cinco cidades em dois estados brasileiros e conhece povos presentes aqui há décadas e, em alguns casos, há mais de um século. Porém, todos mantêm sua tradição, cultura, culinária e hábitos: pequenos territórios estrangeiros no Brasil.

Os açorianos, que chegaram a Florianópolis no século XVIII, preservam até hoje a arquitetura, os engenhos de farinha, a renda de bilro, as danças e cantorias.

Os suábios são um povo cuja origem remonta a uma região que hoje pertence à Alemanha. Depois de décadas de trabalho na região de Entre Rios, no Paraná, construíram uma economia sólida e priorizam a educação.

Os ucranianos também se estabeleceram no Paraná, em Prudentópolis, e são os maiores produtores de um dos ingredientes que não podem faltar na mesa do brasileiro: o feijão.

Um kamikase que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial planta uvas em Assaí, cidade onde a presença japonesa está em todos os lugares e rostos.

Esta edição ainda mostra o comércio, a religiosidade e as tradições árabes na fronteira do Brasil com a Argentina e o Paraguai.

Reportagem de Paulo Garritano

O documentário conta com valiosos depoimentos. Entre eles, destaca-se o da Professora Dra. Ismênia de Lima Martins, Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense.


A Editora Companhia das Letras disponibilizou para leitura o primeiro capítulo do livro de memórias da atriz Fernanda Montenegro, que aborda a saga de seus antepassados.

Com sua voz inconfundível, ela coloca no papel a saga de seus antepassados lavradores portugueses, do lado paterno, e pastores sardos, do lado materno. Lidas hoje, são histórias que podem ‘parecer um folhetim. Ou uma tragédia’ — gêneros que a atriz domina com maestria.

MONTENEGRO, Fernanda. Prólogo, ato, epílogo : memórias / Fernanda Montenegro ; com a colaboração de Marta Góes. São Paulo : Companhia das Letras, 2019.

Fernanda Montenegro lê trecho de “Prólogo, ato, epílogo”

Sugestão de leitura: “Utopias e experiências operárias: ecos da greve de 1917” (Luiz Carlos Ribeiro e Clóvis Gruner (Orgs.)

RIBEIRO, Luiz Carlos, GRUNER, Clóvis (Orgs.). Utopias e experiências operárias: ecos da greve de 1917. São Paulo: Intermeios, 2019.

SINOPSE

Em julho de 1917 uma greve geral, convocada e liderada prin­cipalmente pelos sindicatos e organizações anarquistas, parali­sou várias cidades brasileiras. Deflagrada inicialmente em São Paulo, nas semanas subsequentes ela se espalha para outras cidades brasileiras, culminando com o que foi, até aquele mo­mento, nosso maior movimento paredista. Resultado do con­texto de formação e amadurecimento das ideais e da organi­zação dos trabalhadores, de uma cultura operária, no Brasil da Primeira República, mas também de um contexto internacio­nal atravessado por conflitos os mais diversos, sua importân­cia e impacto repercutiram além das fronteiras temporais mais restritas. Passados mais de 100 anos e os rumores, as ruptu­ras, as promessas e contradições das revoltas e revoluções que inauguraram o século XX, ainda nos inquietam. Os capítulos desse livro pretendem, de diferentes maneiras, problematizar a pertinência e a extensão das utopias gestadas no passado, mas igualmente, reivindicar sua presença e atualidade.

“Cultura árabe: mais conhecimento, menos estereótipos” (por Lugares pelo mundo)

Precisamos falar sobre estereótipos e desinformação! Criados a partir de uma visão ocidental, que na maioria das vezes é preconceituosa, alguns estereótipos árabes são muito claros visíveis em nossa sociedade. Às vezes eles parecem ser inofensivos e até bobos para nós, ocidentais, mas toda a rotulação diminui e resume a cultura de um povo que possui milhares de anos de existência e uma história linda e forte.

A melhor forma de combatê-los é com a informação. Aprender sobre os árabes ajuda a diminuir o preconceito e ver qual é sua verdadeira realidade.

https://lugarespelomundo.com.br/cultura-arabe-mais-conhecimento-menos-estereotipos/?fbclid=IwAR3-tQvl3ETIjRqCXW1pxtYvbZjiI5uhWrhgSjiw4fCtjjGZLedQ3–MCu4