“No fim do Império, Brasil tentou substituir escravo negro por ‘semiescravo’ chinês” (por Ricardo Westin, Arquivo S, Agência Senado)

Documentos históricos guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, mostram que as relações entre [Brasil e China] remontam à época de dom Pedro II. Em 1880, o governo imperial enviou diplomatas ao outro lado do mundo para assinar um tratado bilateral por meio do qual o Brasil esperava substituir os escravos negros por “semiescravos” chineses.

https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/no-fim-do-imperio-brasil-tentou-substituir-escravo-negro-por-201csemiescravo201d-chines

“A época em que o Brasil barrou milhares de judeus que fugiam do nazismo” (por João Fellet, BBC NEWS Brasil em São Paulo)


Em julho de 1938, o cônsul do Brasil em Budapeste (Hungria), Mário Moreira da Silva, enviou ao ministro das Relações Exteriores, Oswaldo Aranha, uma circular secreta em que informava ter recusado a concessão de vistos a 47 pessoas ‘declaradamente de origem semita’ (judeus) que buscavam migrar para o Brasil.

A reportagem conta com o rico depoimento da professora Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro (Departamento de História da USP-SP).

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46899583

“Os ciganos no Brazil: contribuição ethnographica”, Mello Moraes Filho, 1886.

“Mas o caracter da raça, suas migrações, sua linguagem, a ausência de uma ideia de pátria e de história nacional, o que comprovam relativamente à sua origem, à sua filiação ethnica?”

Biblioteca do Senado Federal

http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/224212

(PDF) Os ciganos no Brasi_ contribuição ethnographica