Projeto “Baú de Memórias”

O projeto “Baú de Memórias”, criado pela Divisão de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Pederneiras, interior de São Paulo, disponibiliza biografias de imigrantes de diversas nacionalidades que chegaram à cidade a partir do século XIX. Este rico trabalho biográfico foi resultado das pesquisas realizadas por Rinaldo Toufik Razuk.

ÁRABES

http://baudememorias.pederneiras.sp.gov.br/index.php/imigrantes/arabes

ESPANHÓIS

http://baudememorias.pederneiras.sp.gov.br/index.php/imigrantes/espanhois

ITALIANOS

http://baudememorias.pederneiras.sp.gov.br/index.php/imigrantes/italianos

JAPONESES

http://baudememorias.pederneiras.sp.gov.br/index.php/imigrantes/japoneses

LETOS

http://baudememorias.pederneiras.sp.gov.br/index.php/imigrantes/letos

PORTUGUESES

http://baudememorias.pederneiras.sp.gov.br/index.php/imigrantes/portugueses

“São Paulo, pedaço do mundo” (TV GAZETA)

“Há noventa anos o jornal ‘A Gazeta’, comandado pelo jornalista Cásper Líbero, fez uma volta ao mundo sem sair de São Paulo”. Esta história foi recontada pela TV Gazeta na comemoração dos 464 anos da cidade de São Paulo, 25 de janeiro de 2018, na série “São Paulo, pedaço do mundo”.

Jornal “A Gazeta” – 31/05/1927 (Biblioteca Nacional)

Jornal “A Gazeta” – 01/06/1927 (Biblioteca Nacional)

Jornal “A Gazeta” – 02/06/1927 (Biblioteca Nacional)

Jornal “A Gazeta” – 03/06/1927 (Biblioteca Nacional)

Jornal “A Gazeta” – 04/06/1927 (Biblioteca Nacional)

Obs: Na Biblioteca Nacional não há a Edição n. 6402, que aborda a colônia árabe na cidade de São Paulo. 

Inspirada nas reportagens publicadas no jornal “A Gazeta”, em 1927, a “TV Gazeta” exibiu a série “São Paulo, pedaço do mundo”, mostrando também a influência da imigração atual na cidade de São Paulo.

Instituto Carl Hoepcke mantém acervo que pertenceu a presos do campo de concentração da Trindade, Florianópolis.

Quarenta mil documentos, encaixotados e esquecidos por mais de 70 anos no Arquivo Geral da Administração da Espanha, na cidade de Alcalá de Henares, trazem agora à luz detalhes sobre um período, senão obscuro, pouco conhecido da história brasileira e dos alemães em Santa Catarina durante a Segunda Guerra Mundial. Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que tiveram acesso ao arquivo, analisam recibos, correspondências e recortes de jornais cuidadosamente guardados, mas nunca antes catalogados, que detalham as relações da diplomacia espanhola com os alemães no Brasil – e colocam em xeque a já questionada neutralidade da Espanha durante o conflito.


Documentos que revelam as relações entre a Espanha e os alemães no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial, e que estão sob análise de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), ajudarão a resgatar uma parte da história brasileira marcada pelas perseguições aos imigrantes e pelo medo.  Ao declarar guerra aos países do Eixo – Alemanha, Itália e Japão – o Brasil reforçou as medidas de nacionalização forçada que já vinham desde o início do período do Estado Novo, em 1937. A consequência foram prisões e  processos contra milhares de alemães em Santa Catarina. 

“Judeus que perdiam cidadania alemã durante a guerra recorriam aos espanhóis em SC”

http://dc.clicrbs.com.br/sc/nos/noticia/2018/09/judeus-que-perdiam-cidadania-alema-durante-a-guerra-recorriam-aos-espanhois-em-sc-10554655.html

“Cartas espanholas falam de condições sub-humanas em ‘campos de concentração’ de SC”

http://dc.clicrbs.com.br/sc/nos/noticia/2018/09/cartas-espanholas-falam-de-condicoes-sub-humanas-em-campos-de-concentracao-de-sc-10554646.html

“Governo abriu mais de 6 mil processos contra catarinenses durante a Segunda Guerra”

http://dc.clicrbs.com.br/sc/nos/noticia/2018/09/governo-abriu-mais-de-6-mil-processos-contra-catarinenses-durante-a-segunda-guerra-10554633.html

“Documentos revelam que Espanha ajudou alemães em SC durante a Segunda Guerra”

http://dc.clicrbs.com.br/sc/nos/noticia/2018/09/documentos-revelam-que-a-espanha-ajudou-alemaes-em-sc-durante-a-segunda-guerra-10554620.html

“Los netos ‘españoles’ del exilio” (por Miguel Ángel Ortega Lucas, Contexto y Acción)

Descendientes de españoles en el extranjero, que no pudieron obtener la nacionalidad por carencias en la Ley de Memoria Histórica, piden el acceso a ella para reparar desigualdades jurídicas dentro de sus familias, pero también por sus lazos emocionales.

 

Pasaporte de María Manuela García Fernández, sellado por el consulado argentino en La Coruña el 9 de diciembre de 1935.

http://ctxt.es/es/20170628/Politica/13398/exilio-nacionalidad-ley-memoria-justicia.htm#.WVdwKVMZI2b.twitter