“Italiani all’estero: i diari raccontano” (Fondazione Archivio Diaristico Nazionale)

O projeto Italiani all’estero: i diari raccontano, de Nicola Maranesi, é um precioso acervo que reúne cartas, fotos, diários e lembranças de alguns dos mais de 30 milhões de italianos que emigraram para o exterior desde a Unificação da Itália, em 1861. As histórias foram coletadas pelo Archivio Diaristico Nazionale di Pieve Santo Stefano.

Para sua realização, o projeto contou com a contribuição da Direzione Generale per gli Italiani all’Estero e le Politiche Migratorie del Ministero degli Affari Esteri e dela Cooperazione Internazionale.

Segundo a secretária geral do Ministero degli Affari Esteri, Elisabetta Belloni, o objetivo é alcançar os milhões de ítalo-descendentes que vivem no exterior para mostrar “que seu país não os esqueceu”.

Para acessar o acervo:

https://www.idiariraccontano.org

Sugestão de leitura: “Fronteiras da Pátria: dos campos sem vida aos campos de morte” (Mirian Silva Rossi)


ROSSI, Mirian Silva. Fronteiras da Pátria: dos campos sem vida aos campos de morte. São Paulo: Intermeios; LEER/USP, 2018. ISBN 978-85-8499-140-2.

DESCRIÇÃO


Entre os eventos de longa duração, poucos definem tão bem o último século e as décadas subsequentes como a Grande Imigração e a Grande Guerra, temas deste livro. As imagens, as narrativas e as representações do passado são quase um espelho do tempo presente, que revive de forma superlativa as iniquidades do século XX. Enfrentar esses acontecimentos significa não só entendê-los melhor, mas entender a história do nosso tempo. Isoladamente, cada um deles teve seus próprios desdobramentos e suas características particulares. Em comum, ambos deixaram marcas indeléveis na humanidade: destruíram vidas, desagregaram ramificações sociais, fragmentaram a coletividade.
Este livro teve como foco inicial e deflagrador o epistolário inédito de Américo Orlando, nascido no Brasil pouco mais de três meses após a chegada de sua família, emigrada da Itália. Ele reúne quase uma centena de cartas e cartões postais enviados por Américo, do front italiano da Primeira Guerra Mundial. As cartas em questão têm duplo significado: evocam a lembrança de alguém querido, que pode ser encontrado na materialidade do papel, ao mesmo tempo em que são provas documentais da sua participação em um acontecimento coletivo extremamente trágico, mas memorável: a guerra.
Embora as cartas perpassem as páginas deste livro, o objetivo da pesquisa não foi elaborar uma história de vida ou uma história de guerra. O foco da análise reside na possibilidade de trazer elementos que contribuam para a reflexão sobre os deslocamentos humanos, os seus desdobramentos e as suas consequências.
Com o apoio de uma sólida e minuciosa pesquisa, foi possível analisar, de forma ampla, uma série de questões, entre as quais, as prováveis razões do grande êxodo italiano, a erosão do mundo antigo, o longo e penoso percurso dos imigrantes no Novo Mundo e a dimensão cruel da guerra, que arrastou milhões de indivíduos para o epicentro de um turbilhão, que convulsionou os ritmos da vida, deixando tudo fora do lugar.
Compartilhando universos simbólicos, permeando fronteiras geográficas, culturais, metodológicas e epistemológicas, Fronteiras da Pátria: dos campos sem vida aos campos de morte, proporciona ao leitor um mergulho entre dois mundos, introduzindo-o em um universo de perdas, superações, esperança, lutas, sobrevivências…
Com uma narrativa expressiva, este livro percorre os vestígios das pálidas pegadas dos caminhantes, em busca das raízes partidas, dos ramos enredados nas veredas das migrações e da guerra, dos sonhos que se perderam nos compassos e descompassos entre tempo e espaço, das vidas que se dispersaram no incessante movimento que impele a humanidade para diante… no passado e no presente, consciente ou inconscientemente, para o bem ou para o mal.

“Historiador italiano sentencia: o pioneirismo está com São João Batista-SC. Mas Santa Teresa-ES tem a primazia da grande imigração” (por Desidero Peron – INSIEME)

O historiador e sociólogo italiano Renzo Maria Grosselli, autor de ‘Vincere o morire’, procurou esquivar-se salomonicamente do confronto que envolve as comunidades italianas de Santa Catarina e do Espírito Santo na questão pela primazia histórica da chegada dos imigrantes italianos em solo brasileiro, surgida com a sanção, pelo presidente Michel Temer, da lei número 13.617/2018, que confere ao município de Santa Teresa-ES o título de ‘pioneiro da imigração italiana no Brasil’.

“Grosselli e a primazia histórica da imigração italiana no Brasil”

https://www.insieme.com.br/pb/historiador-italiano-sentencia-o-pioneirismo-esta-com-sao-joao-batista-sc-mas-santa-teresa-es-tem-a-primazia-da-grande-imigracao/

Dia do Imigrante Italiano no Brasil – Homenagem póstuma ao prof. Dr. José Renato de Campos Araújo – EACH-USP (Leste)

Hoje, 21 de fevereiro, é comemorado o Dia do Imigrante Italiano no Brasil. Enalteço o ato de coragem dos imigrantes e parabenizo todos os descendentes.

Minha homenagem a José Renato de Campos Araújo, professor-doutor na Escola de Artes, Ciências e Humanidades, EACH-USP (Leste), que, no dia 31 de janeiro deste ano, de maneira brusca e inesperada cerrou os olhos para sempre. José Renato foi influente pesquisador dos estudos migratórios e suas obras permanecem vivas pela grandeza de seus conteúdos. Entre elas, destaco sua contribuição à história da imigração italiana no Brasil com a publicação do livro “Imigração e Futebol: o caso do Palestra Itália”, co-editado pela FAPESP e Editora Sumaré, 2000, fruto da dissertação de mestrado defendida na UNICAMP em 1996.

Em 2008, concedeu rica entrevista à Cidade do Futebol (Universidade do Futebol) abordando o tema desenvolvido no livro sobre o Palestra Itália, cujo texto transcrevo abaixo:

O Palestra Itália mudou seu nome para Palmeiras em 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, como forma de “nacionalização” – Brasil e Itália eram rivais no confronto. Entretanto, o fato de a torcida alviverde ostentar até hoje as cores da bandeira italiana nos estádios, a despeito de o clube usar apenas o verde e o branco, mostra a importância da colônia do país europeu para a consolidação e a popularização do clube.   O processo de fundação e afirmação do Palestra Itália reflete um momento importante para a comunidade italiana no Brasil. O país europeu vivia um momento de unificação e o surgimento de uma instituição que representava todas as regiões foi fundamental para o desenvolvimento dessa ideia entre os imigrantes.   Essas duas ideias mostram o quanto a fundação do Palestra Itália é indissociável do processo de consolidação da comunidade italiana em São Paulo. E vice-versa. Com base nisso, o cientista social José Renato de Campos Araújo desenvolveu uma tese de mestrado focada no caso Palestra Itália para abordar a relação entre imigração e o futebol.   Campos de Araújo defendeu a tese em 1996, e esse trabalho deu origem ao livro “Imigração e futebol: o caso Palestra Itália”. Lançada em 2000, a obra faz um paralelo entre o desenvolvimento do clube e da comunidade italiana em São Paulo durante o fim do século XIX e a primeira metade do século XX.   Mais do que traçar um raio-X da comunidade italiana e da fundação de um dos clubes mais populares do país, Campos de Araújo fez uma análise sociológica da importância que o futebol teve para a criação de um sentimento de unidade da comunidade italiana no Brasil.   Essa análise pode ser acompanhada em entrevista exclusiva de Campos de Araújo, que é coordenador do curso de gestão de políticas públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, à Cidade do Futebol. Confira a seguir a íntegra da conversa:

Cidade do Futebol – Como surgiu a ideia de relacionar o Palestra Itália e uma análise sobre o processo de imigração?José Renato de Campos Araújo – Esse livro foi publicado em 2000, mas é fruto da dissertação de mestrado que eu defendi na Unicamp em 1996. É necessário frisar que o meu objeto de pesquisa foi o Palestra Itália, mas o objetivo era entender o processo de imigração. Eu participava como estagiário de um grupo que estudava a história social da imigração em São Paulo, que era liderado pelo professor Sérgio Miceli e depois passou a ser comandado pelo Bóris Fausto. Foi aí que eu defini o Palestra Itália como meu objeto de estudo.

Cidade do Futebol – E como foi o processo de pesquisa para a concepção da obra?José Renato de Campos Araújo – Houve muitos movimentos ligados à chegada dos italianos em São Paulo no século XIX, mas escolhi o Palestra por ser o de maior visibilidade. Quando fui fazer a pesquisa, precisava reconstituir a história. Comecei procurando arquivos do próprio clube no Palmeiras, mas na época em que eu fiz isso, entre 1994 e 1995, não existia um acervo oficial. Ninguém tinha a ata de fundação do Palestra Itália, por exemplo.   Quando me deparei com isso, parti para a pesquisa em jornais. Defini metodologicamente que eu ia consultar alguns anos chave: 1914 e 1915, os anos de fundação; 1916, quando o Palestra participou pela primeira vez do campeonato organizado pela Associação Paulista de Esportes Atléticos; 1917, ano em que o clube foi vice-campeão estadual; 1920, quando a equipe conquistou seu primeiro campeonato; 1933, quando o time se consolidou como o mais popular de São Paulo e talvez do Brasil; e 1942, ano da mudança de nome para Palmeiras. Li os jornais de todos os dias desses anos, de 1º de janeiro a 31 de dezembro.

Cidade do Futebol – Quais foram os jornais que você usou como base?José Renato de Campos Araújo – Eu fiz uma busca nas edições da época de O Estado de S.Paulo, mas descobri que nem todos os jornais antigos foram conservados. Nesses casos, optei pelo principal periódico de São Paulo na época, que era o Correio Paulistano.   Fiz a pesquisa e um professor da qualificação do mestrado falou que eu devia usar outro jornal para fazer um contraponto. Aí fui procurar um jornal da primeira república, que era muito importante na época, chamado A Platéia. Li A Platéia de 1920 inteiro para ver a diferença de tratamento.

Cidade do Futebol – Qual era a situação da comunidade italiana em São Paulo no momento da fundação do Palestra Itália?José Renato de Campos Araújo – Praticamente não há notícias sobre o Palestra nos jornais de 1914. O clube começa a aparecer mais no ano seguinte e isso mostra que houve uma consolidação. Precisamos lembrar que em 1914, quando o Palestra Itália é fundado, já havia uma entrada muito menor de italianos em São Paulo. Quem vai fundar o clube são os italianos radicados aqui há alguns anos ou até mesmo os filhos deles.

Cidade do Futebol – Como o Palestra contribuiu para o processo de formação da comunidade italiana em São Paulo?José Renato de Campos Araújo – Pela primeira vez uma associação dizia que representava os italianos em um contexto geral. Até então havia associações recreativas, times de futebol e outras instituições fundadas por italianos, mas elas representavam determinadas regiões e não o país inteiro.   Quando a imigração italiana começou a acontecer de forma contundente, no século XIX, a Itália ainda não existia como país. A unificação aconteceu apenas em 1870, no meio do processo imigratório. Até aquela época, só 5% da população falava italiano e a grande maioria preferia dialetos locais. Eles eram piemonteses, calabreses ou napolitanos, não italianos. O Palestra teve papel fundamental na construção da Itália aqui no Brasil.

Cidade do Futebol – Essa característica de união da comunidade já fazia parte do clube desde a fundação?José Renato de Campos Araújo – Sem dúvida. Até o nome demonstra isso. Enquanto a maioria das instituições ligadas a italianos até aquela época optava por referências a regiões, o clube era Palestra Itália. A ideia de representar todo o país foi uma novidade e uma coisa importante para o momento.   Por conta disso, o Palestra tem uma trajetória um pouco diferente da maioria das equipes. Ao contrário do Corinthians, por exemplo, o Palestra nunca foi um time de várzea. Desde o início, o objetivo era disputar campeonatos.

Cidade do Futebol – Por que os italianos elegeram justamente o futebol como forma de criar essa identidade nacional?José Renato de Campos Araújo – O futebol já era um esporte importante para a Itália naquela época. Alguns times do país haviam até realizado excursões para o Brasil.   Além disso, São Paulo vivia um período de boom demográfico. Isso deu origem a uma série de instituições que representavam colônias, como o Germania e o Internacional, que tentava reunir todos os imigrantes. O Palestra foi o caso mais famoso nesse sentido, até porque a colônia italiana era a mais numerosa.

Cidade do Futebol – Qual era o perfil dos fundadores do Palestra? Havia uma ligação com algum grupo étnico ou social dos italianos ou era algo realmente aberto a toda a comunidade?José Renato de Campos Araújo – Naquela época, o futebol era um esporte praticado pela elite e os imigrantes não participavam tanto. Os atletas eram filhos de alemães ou ingleses, e o Palestra surgiu com a ideia de reunir os italianos. Os criadores desse conceito foram empregados da família Matarazzo. Eles buscavam legitimidade e até uma ascensão social por meio do futebol.   Aliás, essa popularidade é um fator interessante. O Palestra conseguia levar uma média de 30 mil espectadores para suas partidas naquela época, quando São Paulo tinha cerca de 1 milhão de habitantes. Era um clube que penetrava todas as classes sociais em uma época em que o futebol ainda era uma prática diletante, restrita aos mais abastados.

Cidade do Futebol – Que tipo de reação esse perfil do público que acompanhava o Palestra gerou na época?José Renato de Campos Araújo – Houve um enorme estranhamento. Naquela época, o público se portava de maneira muito diferente nos estádios. A torcida do Palestra é descrita pelos jornais como um grupo que aplaudia uma só equipe. Na época, isso era considerado contra o ideal do espetáculo.

Cidade do Futebol – Esse perfil popular foi resgatado de alguma forma em 1942, na mudança de Palestra para Palmeiras?José Renato de Campos Araújo – Sim. O número de entradas de imigrantes no Brasil já havia caído vertiginosamente, mas a comunidade era significativa. Quando houve a Segunda Guerra Mundial e o Brasil tomou partido contra a Itália, houve uma necessidade de nacionalização. Por isso a escolha do nome Palmeiras, que era uma árvore nacional. Foi nessa época também que o clube aceitou o primeiro mulato, Og Moreira, algo inédito em São Paulo até então.   Só que há uma dificuldade enorme para termos informações sobre esse período. Primeiro porque esse é um dos poucos momentos da história em que a família Mesquita não comandava o Estadão. O jornal tinha um interventor do DIP e a imprensa inteira estava sob censura do governo Vargas. Além disso, era o auge da guerra e o Brasil importava 100% do papel de jornal. Isso reduziu demais o espaço para as notícias, principalmente de esportes.

Sobre Universidade do Futebol

A Universidade do Futebol é uma instituição criada em 2003 que estuda, pesquisa, produz, divulga e propõe mudanças nas diferentes áreas e setores relacionados ao universo do futebol.

https://universidadedofutebol.com.br/jose-renato-de-campos-araujo-cientista-social/

“Rapporto Italiani nel Mondo 2011” ( Fondazione Migrantes)

Este Relatório, produzido pela Fondazione Migrantes, é dedicado ao 150º aniversário da Unificação da Itália e analisa, em detalhe, um século e meio de emigração. Neste período, 30 milhões de italianos migraram para outros países.

“Um ‘brasilianista italiano’: entrevista com Angelo Trento” (por Carla Fernandes da Conceição e João Paulo da Silva – Áskesis)

Angelo Trento é professor aposentado de História da América Latina na Universidade de Nápoles ‘Istituto Orientale’. Sendo referência internacional dos estudos sobre a imigração italiana, possui inúmeras obras publicadas, tendo pesquisado diversos temas como a imigração italiana no Brasil de 1850 a 1970, o fascismo e a história da América Latina. Atualmente, dedica-se à pesquisa e participa do grupo de pesquisa no CNPq TRANSFOPRESS Brasil – Grupo de Estudos da Imprensa em Língua Estrangeira no Brasil.

https://imigracaohistoricablog.files.wordpress.com/2018/10/um-brasilianista-italiano_entrevista-com-angelo-trento1.pdf

Visite as páginas: Consultoria em História da Família e Consultoria em Pesquisa Histórica

Revista de História da Biblioteca Nacional. Dossiês imigrações: alemã, italiana, judaica, árabe e cigana.

Edição nº 102 – março de 2014

“Nesta edição da Revista de História, a imigração alemã a partir do século XIX: perfil dos imigrantes, motivação e critérios dos destinos escolhidos”.

“Alemães para toda obra” – Rodrigo Trespach

https://web.archive.org/web/20160416050109/http://rhbn.com.br/secao/capa/alemaes-para-toda-obra

“À procura de um fantasma” – Frederik Schulze

https://web.archive.org/web/20160418235620/http://rhbn.com.br/secao/capa/a-procura-de-um-fantasma

“As Alemanhas encantadas” – Glen Goodman

https://web.archive.org/web/20160415161212/http://rhbn.com.br/secao/capa/as-alemanhas-encantadas

“A língua de Goethe na política” – Igor Gak

https://web.archive.org/web/20160416045656/http://rhbn.com.br/secao/capa/a-lingua-de-goethe-na-politica

“Ousadia e transgressão” – Michelle Trugilho Assumpção”

https://web.archive.org/web/20160416035235/http://rhbn.com.br/secao/capa/ousadia-e-transgressao

Edição nº 72, setembro de 2011

“Caminhos que se cruzam”

“Imigração tridifícil” – Luiza Horn Iotti

https://web.archive.org/web/20160419000449/http://rhbn.com.br/secao/capa/imigracao-tridificil

“Buona gente capixaba” – Aurélia H. Castiglioni

https://web.archive.org/web/20160419000245/http://rhbn.com.br/secao/capa/buona-gente-capixaba

“A essência do gesto” – Rubens Ricupero

https://web.archive.org/web/20160415205251/http://rhbn.com.br/secao/capa/a-quintessencia-do-bras

“Avanti, São Paulo!” – Luigi Biondi

https://web.archive.org/web/20160416050709/http://rhbn.com.br/secao/capa/mao-na-massa

“Colcha de retalhos” – Antonio de Ruggiero

https://web.archive.org/web/20160416045903/http://rhbn.com.br/secao/capa/colcha-de-retalhos

“Bem-vinda baderna” – Pedro Paulo Malta

https://web.archive.org/web/20160416050540/http://rhbn.com.br/secao/capa/bem-vinda-baderna

“Amazônia nostra” – Marília Ferreira Emmi

https://web.archive.org/web/20160416050626/http://rhbn.com.br/secao/capa/amazonia-nostra

Edição nº 58 – julho de 2010

“Desde o início” – Ângelo Adriano Faria Assis

https://web.archive.org/web/20160418234223/http://rhbn.com.br/secao/capa/desde-o-inicio

“Colonizadores da América” – Leonardo Dantas Silva

https://web.archive.org/web/20160415140354/http://rhbn.com.br/secao/capa/colonizadores-da-america

“Liberdade com restrições” – Keila Grimberg

https://web.archive.org/web/20160418233534/http://rhbn.com.br/secao/capa/liberdade-com-restricoes

“Seleção questionável” – Fábio Koifman

https://web.archive.org/web/20160418233534/http://rhbn.com.br/secao/capa/liberdade-com-restricoes

Edição 46 – julho de 2009

“Sentindo-se em casa” – Oswaldo Truzzi

https://web.archive.org/web/20160413085549/http://rhbn.com.br/secao/capa/sentindo-se-em-casa

“Fazemos qualquer negócio” – John Tofik Karam

https://web.archive.org/web/20160413125546/http://rhbn.com.br/secao/capa/fazemos-qualquer-negocio

“Árabes com Cristo” – Paulo Gabriel Hilu da Rocha Pinto

https://web.archive.org/web/20161220113120/http://rhbn.com.br/secao/capa/arabes-com-cristo

“Da alface ao cafezinho” – Paulo Daniel Farah

https://web.archive.org/web/20160413120304/http://rhbn.com.br/secao/capa/da-alface-ao-cafezinho

Edição 14 – novembro de 2006

“Fazer o quê?” – Andréa Lisly Gonçalves

https://web.archive.org/web/20160412124027/http://rhbn.com.br/secao/capa/fazer-o-que

“Ladrões de crianças” – Cristina Betioli Ribeiro

https://web.archive.org/web/20160413005349/http://rhbn.com.br/secao/capa/ladroes-de-criancas

“Lundu à cigana?” – Samuel Araújo e Antonio Guerreiro de Faria

https://web.archive.org/web/20160413005349/http://rhbn.com.br/secao/capa/ladroes-de-criancas

“Meirinhos aristocráticos” – Miriam Alves de Souza e Marco Antonio da Silva Mello

https://web.archive.org/web/20160412111124/http://rhbn.com.br/secao/capa/meirinhos-aristocraticos

“Bollettino dell’Emigrazione”

A Fondazione Paolo Cresci – per la storia dell’emigrazione italiana disponibiliza, em PDF, os exemplares do Bollettino dell’Emigrazione referentes aos anos de 1902, 1903, 1904, 1905, 1906, 1907, 1908, 1913, 1916, 1919 e 1920.

O Bollettino dell’Emigrazione, fonte indispensável para os estudos da e/imigração italiana, foi editado pelo Commissariato Generale dell’Emigrazione e publicado entre os anos de 1901 e 1927.

1902

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-anno-1902/

1903

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1903-2/

1904

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1904/

1905

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1905/

1906

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1906/

1907

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1907/

1908

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1908/

1913

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1913/

1916

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1916/

1919

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1919/

1920

http://museo.fondazionepaolocresci.it/bollettino-emigrazione-anno-1920/