Documentário “Ultrapassando fronteiras: os 120 anos do Japão no Brasil”


O documentário ‘Ultrapassando fronteiras: os 120 anos de Japão e Brasil’ conta a história da imigração japonesa para o país. O longa é conduzido a partir da vida e da obra de dois ilustres japoneses que emigraram para o Brasil atrás de dias melhores: Haruo Ohara e Tomie Ohtake. Haruo foi um desbravador que com muita luta e sacrifício conquistou suas próprias terras e deixou para seus filhos o legado da educação, possibilitando a todos o diploma de nível superior. Fotógrafo, ele registrou as mudanças ocorridas em sua família e as transformações vivenciadas pela comunidade japonesa. Tomie Ohtake foi uma grande artista plástica, uma japonesa que se naturalizou brasileira e conquistou espaço, fama e prestígio entre os artistas e a população do país, sendo considerada a ‘dama das artes plásticas brasileira’.

O documentário foi produzido pela TV japonesa NHK e veiculado pela TV Brasil.

“Especial 109 anos – Imigração Japonesa – 18 de junho de 1908 a 18 de junho de 2017” (por Portal NIPPO BRASIL)

O “Especial 109 anos – Imigração Japonesa”, publicado no Portal NIPPO BRASIL, aborda a imigração japonesa em todas as regiões do Brasil, desde a formação dos primeiros núcleos coloniais. Os textos incluem belíssimas imagens históricas.

Já se passaram 109 anos desde a chegada do primeiro navio de imigrantes vindo da Terra do Sol Nascente, o Kasato Maru, em 18 de junho de 1908. Estima-se que, hoje, mais de um milhão e meio de descendentes nipônicos vivem no Brasil, população que aumenta a cada ano e representa a maior comunidade de descendentes de japoneses fora do Japão. A grande maioria reside nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Pará”.

“Colonização: os primeiros núcleos coloniais”

“O primeiro deles data de 1913, na região de Iguape, batizado na época de Katsura e construído por 30 famílias de imigrantes”.

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/12.php

“Colonização: a vez do interior”

“A região da Noroeste era chamada de ‘berço do proprietário japonês’ na década de 20”.

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/13.php

“Colonização: imigração na linha Santos-Juquiá”

“A maioria dos imigrantes no litoral dedicou-se à agricultura e à atividade pesqueira”.

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/14.php

“Colonização: os imigrantes no Vale do Ribeira”

“Foi nessa região que teve início o cultivo do chá, trazido por Torazo Okamoto”.

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/15.php

“Colonização: chegada à Paulista”

“Na região, o caso célebre do sucesso japonês foi o surgimento da cidade de Bastos”.

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/16.php

“Colonização: cultivo do arroz na Mogiana”

“Nas dez primeiras levas, a região foi a que mais atraiu os imigrantes japoneses, com boa concentração em Ribeirão Preto”.

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/17.php

“Colonização: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul”

“Imigrantes começaram a chegar na região com a construção da estrada de ferro”.

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/18.php

“Colonização: rumo ao Paraná”

“As restrições para o plantio do café em São Paulo, em 1932, intensificaram a mudança de imigrantes para a região do norte do Paraná”.

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/19.php

“Colonização: Amazonas e Pará”

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/20.php

“Colonização: Goiás e Minas Gerais”

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/21.php

“Colonização: Pernambuco e Bahia”

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/22.php

“Colonização: Acre, Roraima e Amapá”

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/23.php

“Colonização: Maranhão, Piauí e Paraíba”

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/24.php

“Colonização: Rondônia e Rio Grande do Norte”

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/25.php

“Colonização: Rio Grande do Sul e Santa Catarina”

http://www.nippo.com.br/4.imigracao_japonesa/26.php

Sugestão de leitura: “Diaspora and Identity: Japonese Brazilians in Brazil and Japan”

Nishida, Mieko. Diaspora and Identity: Japonese Brazilians in Brazil and Japan. University of Hawaii Press, 2017.

Mieko Nishida is professor of history at Hartwich College (NY).

Description

São Paulo, Brazil, holds the largest number of Japanese descendants outside Japan, and they have been there for six generations. Japanese immigration to Brazil started in 1908 to replace European immigrants to work in São Paulo’s expanding coffee industry. It peaked in the late 1920s and early 1930s as anti-Japanese sentiment grew in Brazil. Approximately 189,000 Japanese entered Brazil by 1942 in mandatory family units. After the war, prewar immigrants and their descendants became quickly concentrated in São Paulo City. Immigration from Japan resumed in 1952, and by 1993 some 54,000 immigrants arrived in Brazil. By 1980, the majority of Japanese Brazilians had joined the urban middle class and many had been mixed racially. In the mid-1980s, Japanese Brazilians’ “return” labor migrations to Japan began on a large scale. More than 310,000 Brazilian citizens were residing in Japan in June 2008, when the centenary of Japanese immigration was widely celebrated in Brazil. The story does not end there. The global recession that started in 2008 soon forced unemployed Brazilians in Japan and their Japanese-born children to return to Brazil.

Based on her research in Brazil and Japan, Mieko Nishida challenges the essentialized categories of “the Japanese” in Brazil and “Brazilians” in Japan, with special emphasis on gender. Nishida deftly argues that Japanese Brazilian identity has never been a static, fixed set of traits that can be counted and inventoried. Rather it is about being and becoming, a process of identity in motion responding to the push-and-pull between being positioned and positioning in a historically changing world. She examines Japanese immigrants and their descendants’ historically shifting sense of identity, which comes from their experiences of historical changes in socioeconomic and political structure in both Brazil and Japan. Each chapter illustrates how their identity is perpetually in formation, across generation, across gender, across class, across race, and in the movement of people between nations.

Diaspora and Identity makes an important contribution to the understanding of the historical development of ethnic, racial, and national identities; as well as construction of the Japanese diaspora in Brazil and its response to time, place, and circumstances.

Em comemoração ao Dia Nacional da Imigração Japonesa, 18 de junho, o “Diário de S. Paulo” organizou uma edição especial intitulada “Brasil e Japão: duas civilizações que se completam”, publicada em 1934. O riquíssimo conteúdo conta com textos das mais destacadas personalidades políticas, econômicas e culturais dos dois países.

Biblioteca SEADE Digital

http://produtos.seade.gov.br/produtos/bibliotecadigital/view/singlepage/index.php?pubcod=10011602&parte=1

(PDF) Brasil e Japao duas civilizações que se completam

“The Japonese Immigrant in Brasil” (Fundação SEADE)

Em 1964, foi publicado o recenseamento da colônia japonesa no Brasil. Trata-se de um valioso documento editado pela “Comissão de Recenseamento da Colônia Japonesa”, São Paulo, e distribuído pela Editora da Universidade de Tóquio, Japão. O livro está escrito em duas línguas: inglesa e japonesa.

http://produtos.seade.gov.br/produtos/bibliotecadigital/view/singlepage/index.php?pubcod=10014108&parte=1

(PDF) The japonese Immigrant in Brasil