“Mesmo com abertura de mercado, empresas fundadas por imigrantes alemães preservam identidade regional” (por Redação NSC)

Característica faz com que empresas alemãs invistam em Santa Catarina.

Aquela brincadeira de que alemão gosta de poupar é coisa séria. Tanto é que a poupança dos imigrantes alemães recém-chegados a Santa Catarina, a partir de 1829, resultou em empresas centenárias que, apesar da fama de tradicionais, só continuam no mercado pela inovação de seus processos.

Aquela brincadeira de que alemão gosta de poupar é coisa séria. Tanto é que a poupança dos imigrantes alemães recém-chegados a Santa Catarina, a partir de 1829, resultou em empresas centenárias que, apesar da fama de tradicionais, só continuam no mercado pela inovação de seus processos.

https://www.nsctotal.com.br/noticias/mesmo-com-abertura-de-mercado-empresas-fundadas-por-imigrantes-alemaes-preservam

“A história do alemão enterrado em faculdade de SP que fundou uma poderosa sociedade secreta” (por Edison Veiga, BBC News Brasil)

Oficialmente, a Bucha foi fundada em 4 de julho de 1830, com professores, alunos e pessoas importantes da sociedade como associadas. Coube ao alemão organizar seus estatutos e seu código moral. ‘A não ser meia dúzia de membros, os demais ignoravam os fins, aliás louváveis, dessa instituição’, escreve Schmidt. ‘O número de sócios elevou-se logo mais de 200. As mensalidades e joias ficaram a critério dos doadores.’

https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-49239545

“A saga de um cientista alemão preso no Brasil durante a Segunda Guerra” (por André Julião – EL PAÍS)

“Helmut Sick chegou quando Getúlio Vargas era amigo da Alemanha, foi preso quando a geopolítica virou para os Aliados e morreu décadas depois como um dos maiores nomes da ciência brasileira”.

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/12/politica/1515785317_736008.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM