“How Italians Became ‘White’ – Vicious bigotry, reluctant acceptance: an American story” (by Brent Staples, The New York Times)

Racist dogma about Southern Italians found fertile soil in the United States. As the historian Jennifer Guglielmo writes, the newcomers encountered waves of books, magazines and newspapers that “bombarded Americans with images of Italians as racially suspect.” They were sometimes shut out of schools, movie houses and labor unions, or consigned to church pews set aside for black people. They were described in the press as ‘swarthy,’ ‘kinky haired’ members of a criminal race and derided in the streets with epithets like ‘dago,’ ‘guinea’ — a term of derision applied to enslaved Africans and their descendants — and more familiarly racist insults like ‘white nigger’ and ‘nigger wop.’

https://www.nytimes.com/interactive/2019/10/12/opinion/columbus-day-italian-american-racism.html

“Yami no Ichinichi – o crime que abalou a colônia japonesa no Brasil”, dirigido por Mario Jun Okuhara, 2012.

Sinopse

O rico documentário resgata a história de Tokuichi Hidaka, que, em 1946, aos 19 anos de idade, foi um dos autores do assassinato do coronel Jinsaku Wakiyama, em crime atribuído a uma entidade denominada Shindo Renmei (Liga dos Caminhos dos Súditos). Entregou-se à polícia com o restante do grupo e cumpriu 15 anos de prisão. Em liberdade, sofreu a punição da colônia japonesa: foi discriminado, condenado ao ostracismo, sem oportunidade para contar a sua versão. Décadas mais tarde, Hidaka inicia uma busca por amigos e pessoas desse período para reconstruir a memória da época e encontrar o sentido da sua vida no Brasil.

A produção aborda questões como intolerância e xenofobia, e coloca em foco o cenário de restrições impostas pelo Estado brasileiro, durante a ditadura de Getúlio Vargas (1937-1945) e o governo constitucional de Eurico Gaspar Dutra (1946-1951), contra a população japonesa.

Veja também o documentário “Expulsão dos japoneses da cidade de Santos, 1943” em MULTIMÍDIA.